Severus mudou a expressão do rosto rapidamente.
- O que disse? - Perguntou bastante sério
- Que estou grávida de você. - Hermione respondeu Feliz.
Severus levantou Hermione nos braços, estava alegre, assim que a coloca no chão, ele a beija.
- Teremos que planejar tudo, o casamento, a reforma de minha casa, o enxoval. - Severus era quem ria, estava aereo.
- Calma amor, iremos nos casar quando me formar, depois de eu ter tido meu Snape. - Hermione acariciou a barriga ainda sem volume.
- E aqui em Hogwarts?
- Ah pouco me importa o que eles pensam. Mas, eu só queria que Harry me perdoasse. - Os olhos de Hermione marejaram.
- Calma, o tempo resolverá o impasse entre vocês.
- Oh, meu Severus. - Hermione o beija. - Te amo, mais que tudo nessa vida.
Severus acaricia o rosto de Hermione.
- Tenho livros aqui em meu quarto que você jamais iria ver na biblioteca de Hogwarts. - Severus aponta para uma estante recheada de livros.
Hermione nem olha para Severus, e já está procurando livros.
-Vou continuar as poções que Dumbledore pediu. - Snape fala mas Hermione não dá muita atenção.
Hermione passou o dia no quarto de Severus, pegou um livro de 500 páginas sobre a Arte das trevas. Adormeceu na cama dele.
Ao acordar, Hermione vai até o escritório de Snape quando escuta-o conversando com Dumbledore.
- Lucius fugiu de Azkaban?
- Não só ele como os seguidores.
- Temos que estar preparados, sabia, era previsivel, Fugir de Azkaban é mais fácil que roubar doce de criança.
- Sim, Severus, e não tardará para a vingança deles. Eles foram humilhados, derrotamos eles facilmente.
- Se não fossem tão acomodados, eles teriam vencido a gente.
- Sim, mas você sabe que se não fosse a Srtª Granger, não teriamos conseguido.
- E espero que ela nunca saiba que eu a usei para isso.
- Sim, Severus, não passe essa imagem fria, você sofreu, sabia que poderia acontecer qualquer coisa com ela.
- E nunca me perdoaria por isso.
- Sinico! - Pensou Hermione. - Como poderia ser tão baixo a ponto de.. - Hermione lembrou de Voldemort tocando seu corpo. Logo essa imagem saiu da cabeça de Hermione.
- Isto mesmo Srtª granger, você se sacrificou por um bem maior.
Hermione se assutou com as palavras de Dumbledore.
- Olá diretor. - hermione falou empurrando a porta.
- Mione. - Falou Snape num sussuro.
- Ah, oi Severus. - Hermione baixou o rosto. - Me desculpa.
- Hermione. - Falou Dumbledore . - Você teve muita coragem. Agora se me dão licença tenho que tomar providencias contra os comensais.
Dumbledore saiu deixando os dois a sós.
- Sabe, tenho medo de que aconteça algo, faz meses que esses comensais estão presos. Com certeza arquitetaram alguma coisa para nos destruir.
- Quero que se cuide. você tem que cuidar do que é nosso. - Snape falou acariciando a barriga de hermione.
- Sim e cuidarei do nosso filho, mas - Hermione fitou severus por um tempo - Quero que se cuide também.
Severus riu, e deu um beijo em Hermione, esta saiu do escritório, Já eram 10 horas da noite e Hermione foi fazer sua ronda.
Severus Snape há meses havia arquitetado planos contra os comensais. Fez uma lista de quem continuaria com essa idéia maluca de destruir os bruxos nascido trouxas.
O salão principal estava o maior alvoroço de fofocas e alunos excitados, o motivo saiu no profeta diário. Comensais fogem de Azkaban, e matam o ministro Fudge.
- Nossa, mataram até o ministro. - Rony falava olhando para o jornal que acabara de tomar da mão de Hermione.
- Sim, é verdade Rony. - Falou Harry com uma voz de tédio.
- Tenho apenas a preocupação em saber quem substituirá Cornelio Fudge. - Agora Hermione falara. - O ministério tem um poder muito grande sobre esse jornal, e sobre a comunidade bruxa.
Dia após dia saia no jornal o numero de vitimas dos comensais. Uma pesquisa saiu diz que para que um comensal morra, 300 bruxos morrem e 900 trouxas morrem. É um realidade perversa. Eles têm preferencias por lugares movimentados.
O numero de alunos de Hogwarts diminuira. Muitos tinham medo de outra invasão de comensais, como ocorrera ano passado.
Hogwarts estava quase sem aula, os professores saiam na maioria das vezes para "salvar o mundo" Hermione quase não via Snape, ao invez de ter 7 aulas em uma dia, teve 3. Muitos pais preferiram tirar seus filhos de Hogwarts.
-Todos agem precipitadamente. - Pensou hermione parando de ler um livro fitando um peixinho no lago. - eu não saio de Hogwarts por nada desse mundo, aqui tem a melhor proteção, tenho tudo o que preciso, livros, salas propicias para treinos de batalha. Aqui tem tudo.
De repente Hermione vê uma luz do lado da floresta proibida. Fecha o livro rapidamente, salta do gramado para permanecer em pé, e tira a varinha de seu bolso.
Hermione decididamente, como qualquer outra grifinória faria, e ainda pertencente a Ordem da Fênix, continua o caminho até a floresta proibida, quando encontra Severus ferido.
- Era você, você aparatou? você está bem? - Hermione pergunta sem deixar Severus responder. - Venha, o levaria para a enfermaria.
- Não precisa. - Severus puxou a varinha e encantou um feitiço para que a ferida cicatrizasse.
- O que aconteceu?
- Os comensais vieram com tudo, está muito perigoso. Lucius é mais forte do que a gente pensava.
- Quer dizer que ele lidera?
- Sim, hermione. Tenho medo, ele parece possuido. Está pior que Voldemort, sinto que a fúria dele superou a razão dele. Ele age por instintos. Ele parece um animal, está muito sádico, insano.
- Meu Deus! - Hermione começou a chorar. - E onde está Dumbledore?
- Está colocando um plano em ordem.
- Qual a chance de vencermos?
- Não sei. Estamos num empate.
De repente uma espécie de bomba atinge os arredores onde Severus e Hermione estão, arremessando esses dois para longe. O que antes era um conflito, virou uma guerra.
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