sábado, 23 de dezembro de 2006

Hermione chegou ao quarto e começou a lembrar de Snape envolvendo-a, o corpo quente do professor de poções, desejava-o, mais que tudo.
Na manhã seguinte, Hermione acordara muito cedo, faltava ainda algumas horas para o café. Sabia que a biblioteca estava fechada, então foi para a sala comunal e começou a ler o Profeta Diário, a manchete: Comensais estão a cada ano mais forte, onde está o escolhido?
Passou um calafrio na nuca de Hermione, lembrou que Severus é um espião de Voldemort, pensou até que poderia estar traindo o melhor amigo.
Faltando 10 min para biblioteca abrir, Hermione leu a reportagem e ficou com mais medo de Severus, resolveu colocar o jornal de lado, talvez o jornal exagerara pensou Hermione.
Procurando um livro entre as estantes da biblioteca, Hermione vê um vulto, mas não consegue ver quem era, ela retira a varinha do bolso e andando lentamente como um gato, vai a procura do vulto.
Severus a surpreende - O que faz aqui a essa hora da manhã?
-Ai! Não me assusta. - Hermione responde tomando um folego tão grande, abaixando a varinha ao mesmo tempo.
-Desculpe! - Falou Rindo para a aluna.-
O senhor mandou eu descançar, e como fui dormir cedo acordei cedo, e...
-Veio para a biblioteca? - Complementou Snape
-Foi! - Hermione respondeu tão meiga
-Que livro procura?
Hermione corou mas respondeu.
- Poções
-Ah! Eu juntei esses livros para você estudar, por isso acordei mais cedo.
-Sério? - Hermione perguntou tão feliz
Snape apenas balançou com a cabeça.
-Já que não tenho mais que procurar, obrigada professor.

Snape saiu da biblioteca e Hermione começou a ler os livros, naquela manhã ela devorou todos os livros. Sexta a tarde não haveria aula, o torneio de quadribol fora adiado. Hermione preferiu estudar, só parou para fazer um visita surpresa ao professor de poções, e ainda levou chocolates.

Entre!
-Boa tarde, professor?
-Boa tarde, Srtªa Granger, o que faz aqui? Não vai assistir o torneio de quadribol?
-Ah, não gosto de quadribol.
Snape a fitou por um momento a loinda jovem em frente a sua mesa
-Ah professor, trouxe isso, não sei se gosta, mas comprei pensando no senhor.
Hermione esticou suas mãos entregando a caixa de chocolate, num lindo embrulho verde.
Snape esticou seu braço deixando a mostra a marca negra.
Hermione deu um passo para trás.
Snape olhou para ela muito serio e ela retribuiu com medo, um medo estampado no rosto.
Hermione respirou fundo e disse:
-Espero que goste.
Snape guardou o presente e nem abriu.
-Não quero que tenha essa reação comigo, não vou te machucar, e jamais faria isso.
-Eu sei - respondeu envergonhada.
-Sabe?
-Ontem a noite você me ajudou, enquanto passava mal.
Snape corou.
-E agradeço.
Snape passou os finos dedos delicadamente sobre o rosto da aluna, ela apenas fechou os olhos sentindo o toque, ela acariciou a mão do professor.
O rosto dele se aproximava lentamente para observar o rosto da aluna. Os lábios se tocaram, ele abraçou ela, sentiu o perfume na nuca dela, os seios dela, que sensação gostosa.
Snape afastou ela delicadamente.

-Não podemos ter esse tipo de intimidade, pode-se tornar perigoso.
-Por que?
-Oras, você viu meu braço?
-Vi.
-Então?
-Então que confio em você, e você prometeu que não ia me machucar.
-Eu não faria isso, mas Voldemort pode usá-la.
-Você me protege, e Dumbledore não deixaria que Voldemort me usasse.
-Não é só isso.
-O que é?
-Você é minha aluna.
Hermione calou Severus com um selinho.
-Amo você!
Hermione saiu da masmorra.
Severus se sentou, retirou o presente da gaveta, e encontrou vários bombons de chocolate

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