- Professor?
- Olá Granger, posso entrar?
- Sim, claro por favor. Sinto não poder convidá-lo a sentar, já que vendi os moveis e..
- Ah, não se preocupe. - Dumbledore conjurou duas poltronas.
- Aceita um chá?
- Claro.
Cinco minutos depois Hermione aparece com duas xícaras de chá e um prato de biscoitinhos.
- Hummm..adoro biscoitinhos de limão.
- Sim professor o que queres?
- Mais cedo ou mais tarde, os trouxas bateram nessa porta para leva-la, já que é orfã, então, gostaria de saber se desejaria ser minha filha.
Hermione se engasgou com o chá.
- Sua..cof....filha?
- Se não gostar da idéia...
- Não, eu aceito. - Hermione sorriu pela primeirta vez depois da morte dos seus pais.
- Pois bem, vou preparar os documentos. Ah! daqui a dois dias eu voltarei pare leva-la a Hogwarts. Terá que colocar os assuntos em dia.
- Obrigada.
Dumbledore saia da casa de Hermione sorridente.
- Devo estar sonhando. - Pensou hermione.
Na manhã seguinte apareceu compradores interessados na casa de hermione, não faltava mais nada.
Um velhinho aparatou.
- Filha?
- Ah, oi pai? - Aquilo definitivamente soou estranho.
- Então resolveu tudo?
- Resolvi.
- Que bom, pois vamos.
Dumbledore aparatou com Hermione para Hogwarts.
- Professor. - Hermione gritou correndo para abraçar Snape, quando Dumbledore a puxou de volta pela veste.
- Ai!
- Mais discreta Granger. Estamos em Hogwarts. - Falou Snape
- Desculpa. Mas eu não sou uma granger.
- Como?
- Sou filha de Dumbledore.
- Você a adotou?
- Sim adotei Severus. Daqui a alguns meses Hermione é de maior. Não queria qualquer pessoa sendo pai dela.
- Obrigado.
- Hermione, é melhor se trocar.
- Vou indo. - Hermione saiu piscando para Severus e acenando com a mão para Dumbledore.
- Arrumei minha casa enquanto ela se desfazia da dela.
- Então a pedirá em casamento?
- Sim. Pedirei no próximo ano.
Dumbledore sorriu para Severus.
- Você fará ela muito feliz. Vejo isso. Sinto pela perda da criança. Mas com certeza vocês terão outros.
- Obrigado, você foi um bom pai para mim, desde os dia que me tirou daquele orfanato. Sei que será um bom pai para hermione e para os seus netos.
- Nunca pensei que um dia eu teria netos. - Dumbledore falou emocionado.
- Acho que acendemos uma luz no coração de Hermione. Depois de tudo que ela passou. - Falou Snape. - Bem é melhor eu ir. Tenho aulas à ministrar.
Hermione e Snape não tiverem nenhum contato fisico, não se beijaram, não fizeram amor, mal se viam.
Para recuperar o tempo perdido Hermione passava horas na biblioteca, estudava até nos domingos.
Snape passava muito tempo fazendo poções para a enfermaria da escola, e para outros fins. Trabalhava noites e noites para provar uma nova poção e com isso ganhar o premio Nobel.
O natal chegou tão rápido o fim do ano letivo estava perto. Muitos iam passar o nataL com os pais e Hermione ia passar o natal com o noivo, assim ela pretendia.
Dia 23, muito alunos deixavam a escola, Hermione aproveitou a oportunidade.
Bateu a porta da masmorra.
- Entre! - Disse uma voz seria e letal.
- Olá professor querido.
- Ah, Hermione é você. - O tom de Severus ficou normal, mais sereno.
Snape se aproximou e deu um leve beijo em Hermione.
- Quero passar o natal com você. - Hermione falou com um sorriso na boca.
- Ah sim, estou para solucionar uma nova poção.
- Hummm, e para que ela serve?
- Para ajudar na recomposição dos ossos.
- Como assim?
- É para quem tem osteoporose.
- Ah! Osteoporose é quando os ossos ficam frageis?
- Exatamente.
- E funciona?
- Ainda não sei, falta alguma coisa.
- Poxa, e pra quando você tem que apresentar?
- Depois do natal. No dia 27.
- Sério? Estará tão ocupado. - Hermione falou cabisbaixa. - Mas eu entendo. Ficarei em Hogwarts. Se precisar de mim estarei aqui.
- Está certo. - Snape abaixou a cabeça e se concentrou em suas anotações.
Hermione saiu do escritório.
- Talvez se eu organizar alguma coisa pro natal. - Hermione pensou.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário