sábado, 23 de dezembro de 2006

Hermione tentava acordar, o impacto da bomba foi forte demais, seu corpo dóia, mal conseguia se mecher, mas também não era a toa, já que correntes a prendiam.

- Severus? - Esse foi o primeiro nome que Hermione conseguia dizer com muita dor.
- Calma Granger, ele está bem.
- Malfoy?
- Pode me chamar de Draco, permito pros mais intimos. - Draco falou num tom zombeiro.
- Onde ele está?
- Não se preocupe, ele ficará bem, eu acho. - Draco não consegui conter outra risadinha.
- fale agora. - Hermione tentou falar de forma imperativa, mas a dor que sentia em seus pulmões aumentou.
- Você não está em condições de mandar em mim. Já que o Lord não está aqui, posso fazer TUDO com você, aliais não esqueci de que fui expulso de Hogwarts por sua causa. - Draco falava tudo sem ressentimento, o que ele sentia no momento era desejo de possuir Hermione, apesar de machucada, ela estava sexy, suas vestes rasgadas.

- Onde está Hermione?
- Calma, ela está bem.
- Mentira, onde ela está?
- Cale sua boca, traidor imundo. - Lucius Nalfoy acertou um crucius em Snape.
- Se você continuar com isso ele morre e não diz nada.
- Cala a boca. - Malfoy dizia para um dos comensais.
-Direi onde ela está, se você me disser os planos de Dumledore.
Snape apenas deu uma breve risada de ironia.
- Hum. - Malfoy fitou snape por um tempo. - Previsivel de sua parte, já que você é um traidor, por falar nisso, já que você nasceu traindo a própria mãe, por que não trai Dumbledore? Livraria a Granger de torturas, teria privilegios no mundo dos nascido puro.
- Não me junto a corjas.
- Traga a Srtª Granger, quem sabe se a torturarmos ele diga algo.
Snape olhou para ele muito sério, não podia falar dos planos de Dumbledore, sacrificios de anos seriam em vão. Snape apenas baixou a cabeça.

- Pai? Aqui está a sangue-ruim.

Hermione estava fraca, não conseguia apoiar os pés no chão, era carregada por um dos comensais que aconpanhava Draco.

- Olhe Severus, sua amada está para morrer e não faz nada?
- Severus - Hermione falou num sussuro
- Traga aqui, vou ajudar nos ferimentos. - Malfoy falava com malicia.
- Pensei que ia tortura-la até morrer. - Falou Draco para Lucius
- Tenha paciencia, assim ela sofre de novo. - Malfoy falou rindo para Snape

Depois de fortalecida e sem ferimentos, Hermione continuou vestida com uma roupa rasgada e com sangue.

- Tenho que ir, Draco cuide de torturá-la bem. - Lucius saiu de encontro com mais uma batalha.

Após a saída de Lucius malfoy, Draco deu uma risada maliciosa para Hermione.

- Não ousa tocar nela. - Snape falava com uma fúria antes nunca vista e com tanta intensidade.
- Venha sangue ruim, rasteje até mim.

Hermione fitou draco, ela não ousaria se mecher nem um milimetro. Um dos comensais derrubou Hermione no chão.

- Serei direto. Imperius! - Draco lançou uma maldição imperdoavel em Hermione. - Venha até mim!

Hermione começou a engatinhar em direção a Draco.
Ele inclinou e segurou no queixo de Hermione fazendo com que ela levantasse.

- Hum, muito bem. Tire a blusa para Severus, e dance para ele.
Todos riram com exceção de Snape.
- covarde! - Gritou Snape
- Não venha me falar em covardia, você já usou muitos Imperius e Avada kedavra.
Snape se calou, sabia que Draco falava a verdade.

Hermione começou a dançar, fazia moimentos sensuais, muitos daquela sala de tortura estavam ansiosos para ver atrás daquela roupa.

Desaboutoou a camisa lentamente, botão por botão. o Sutiã rosa de rendas a deixava mais menina.

Snape tentava tirar o feitiço sobre Hermione verbalmente, mas um dos comensais deu um tapa impedindo a continuação.

- Chega! Você dançou demais para Severus.

Hermione parou de dançar com o pedido de Draco.

- Venha até aqui, princesa! - Um dos comensais dizia.

Ele começou a tirar o sutiã de Hermione, a tocar nos seios dela, passou a lingua.

- Pare com isso, seu nojento! - Mandou Severus.

O comensal riu para Snape e virou a Hermione de frente.

- Conte do plano de Dumbledore, e paramos com o Imperius.
- Nunca. - Snape falou num tom baixo quase num sussuro, e o mais frio que de constume.

Hermione ainda estava parada de frente para Severus. O comensal desceu a mão, puxando a saia que ela vestia. Os olhos de Hermione marejaram.

- Oh! Tadinha, vai chorar. - Draco dava gargalhadas. - Interessante, mesmo usando o Imperius ela consegue chorar, que comovente. - Falou em tom ironico.

- Venha Granger, sente aqui no meu colinho!

Draco abriu o ziper da calça, tirou o pênis, e quando Hermione foi se sentar, Draco segurou a cintura dela, puxou a calcinha para o lado, e mandou ela se sentar. Draco introduziu o pênis na vagina dela.

O olhar de Snape demonstrava desespero, o olhar de hermione não apenas marejavam como lágrimas caiam.

- Nossa Snape, ela é tão gostosa! hum.... mais devagar, isso.
- Draco dá um pouco dela pra mim! - Pedia um dos comensais.

Draco parou Hermione e empurrou para o comensal.

- Já que Snape não vai falar, explore o corpo dela e depois mate-a. - Draco saiu da sala com um tom de voz irritado.

- Vem cá vagabunda nojenta, agora venha, e chupe como se estivesse chupando um sorvete.

- Hermione, acorda, não faz isso! - Snape pedia numa suplica.

Faltando alguns centimetro para chegar no comensal, Hermione acorda.

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