sábado, 23 de dezembro de 2006

- Tudo bem, também não digo o que desejei.
- Não vale!
- Por que?
- Porque não.
- Tá bem. Desejei que você e eu permanecessemos juntos, para sempre.
- Leu meus pensamentos? Professor Severus Snape?

Ambos riram.

- Que lindo, olha amor. - Hermione apontou para o céu.
Assistiram abraçados os fogos, um mais lindo que o outro.
- Nunca esquecerei esse momento.
Snape riu e beijou o rosto da jovem.

Após os fogos ambos deram uma volta, mas as pessoas começaram a ir embora até que decidiram ir também.

Ao chegar numa simples pousada, aparentemente desagradavel.
- Chegamos no Hotel.
- ah tá! tudo bem. - A voz de desapontamento de Hermione transpareceu totalmente.
Snape riu, mas Hermione nem percebeu.
- Pois não? - Disse uma mulher atrás do balção.
- Fiz uma reserva com o Nome Sverus Snape.
- Ah sim Sr.Snape, muito bem. Só preciso de documentos.
- Aqui estão.
- Aproveitem a estadia. - Disse a mulher
- Por favor, me acompanhem, mostrarei a Suíte. - Disse o homem que carrega carrega malas,

Entraram num armário de vassoras, o homem disse:
- SpSS (Suíte Presidenciasl Severus Snape)

Hermione ficou boquiaberta com o que viu.
- Nossa! Pensei que fosse um simples pousada.
- Obrigado. - Disse Snape ao Homem
- Você acha que deixaria você dormir em qualquer lugar?
- Owww, Amor, me desculpa, mas aqui é imenso, e você mandou buscar minbhas coisas? Obrigada!
- Não precisa agradecer. Quer dizer, se você quiser eu aceito.
- Sei muito bem o que vc quer.
- Sabe?
- Sei sim.
- Mesmo mesmo?
- sim, mesmo mesmo.
- E o que quero?
- Ah... - Hermione chegou mais perto de Snape. - O que será que meu professor de Poções mais gato de Hogwarts quer? hummm...que pergunta dificil.

Hermione se aproximava e Snape se afastava na medida em que ela colava o corpo dela ao dele, até que ele sentou na cama e ela colocou o joelho entre a perna dele.

-Será que terei de responder a essa pergunta?
- Claro que sim, ou vai querer desobedecer um professor de poções?
Hermione amou o jogo e parecia que Severus gostava ainda mais.
- Você quer que eu te toque aqui! Acertei? - Hermione abriu um pouco mais a perna de Snape se inclinando pra cima dele fazendo com que se deitasse, ao mesmo tempo que delicadamente a perna dela roçasse no pênis dele.

Snape a olhou com vontade de tê-la, olhou com malicia, olhou querendo muito mais que um simples roçado, mais que um simples toque.

- Quase acerta.
- Nossa, exigente. - Disse com malicia.

Snape tocou os seios de Hermione, abriu o vestido dela, tirou a alça e deixou apenas a parte de cima desnuda.

- Seus seios.
- O que tem eles?
- São tão lindos.

Hermione riu com ternura e começou a beijar Severus.

Ela parou e começou a desabotoar as vestes dele, a camisa que demonstrava o peitoral do mestre, e a calça que demonstrava a intimidade.

Hermione passou a lingua no pescoço dele, no peitoral liso, na barriga, até que ele a parou.

- Não quero que faça isso.
- O que? Não gosta?
- Sim, mas não quero que faça isso.
- Por que?
- Porque sinto prazer maior quando faço em você.

Hermione simplesmente se sentiu envergonhada.

- Desculpa. - Assim saiu de cima dele e começou a se vestir.
- Por que está se vestindo?
- Se acha que não te dou prazer diz logo. Sei que sou inexperiente. Você foi a unica pessoa com quem tive relacionemento desse tipo. Então se não te satisfaço porque ainda sei pouca coisa, diz logo tá?
- Para de criancice menina.
- Ah! Menina? Tá bem. Vou embora.
- Para! Você tá tomando atitudes precipitadas.
- Por que?
- POr que está sendo rápida demais em suas atitudes, agindo sem pensar.
- E precisa? Você praticamente me rejeitou.
- Não fiz isso. Só não quero a futura mãe dos meus filhos fazendo essas coisas.
- Preconceito?
- Não! Estou te preservando.

Hermione se calou, sabia que haviam doenças causadas por sexo oral, clamidea era uma.

- Tá bem! Mas perdi a vontade de fazer. - Hermione procurou seu pijama e foi dormir.

Passou uma hora desde a discussão. Severus admirava o luar da janela do quarto.
- Tudo estava tão perfeito. - Pensava Severus - Será que ela realmente me ama?
Hermione encontrava-se dormindo com seu pijama de ursinho.
-Ela ainda é uma criança, mesmo depois de tudo o que aconteceu.

Severus decidiu ir para o Pub do Hotel, quem sabe uma dose de uisque resolvesse alguma coisa.

Uma bela moça atrás do balção preparava um drinque para um Senhor que aparentava ter 60 anos.

- Um uisque por favor. - Severus pediu com um tom quase grosseiro.
A moça nada disse, apenas obedeceu.
- Que humor. - Falou o idoso.
- Rum. - Severus olhou para ele frio e depois voltou o olhar para o copo de uisque.
- Ahhhhhh...Me lembro quando era mais jovem. - Começou o idoso. - Há uns 15 anos atrás, quando Você-sabe-quem ainda era vivo e temido, passei a frequentar lugares maravilhosos, encontrava todo tipo de mulher, não me preocupava com nada, nem com a guerra, elas queriam meu dinheiro e você sabe, eu tinha tudo e todos.
Mas um dia senti que tudo havia mudado, um dia eu acordei num quarto de motel e percebi o quanto sou patético e só. Não percebi que havia pessoas que gostassem de mim, e ainda me amava, demorei muito para perceber. Me toquei qu não tinha filhos e não era casado. Eu tinha 45 anos e não tinha uma familia. Lembro que havia uma mocinha que sempre estava disposta a me ajudar, nunca tinha reparado o quanto ela se preocupava comigo, e tão linda, a pele, o cabelo, o olho, a boca, o cheiro, ahhhh o cheiro é inesquecivel, a nossa primeira noite. Ainda gosto dela.
- HUmm...E por que não está com ela? Brigou também?
- Quem dera fosse só isso. Está tarde tenho que voltar. - O velhinho foi se levantando, mas Severus impediu.
- O que aconteceu? - Perguntou Severus
- Um comensal a matou. Sabe, eu não sou um sangue puro, mas ela sim. Tentaram me matar, mas ela não permitiu e acabou morrendo. Você tem sorte de poder enverlhecer com alguem que te ama de verdade. Infelizmente, descobri o amor tarde demais, e cedo foi embora.

Severus estava chocado como uma simples história pode afetar a vida de uma pessoa, e o quanto alguem pode mudar o destino do outro.
- Olhe meu jovem, volte para ela e peça desculpas, não cometa o mesmo erro. - O idoso colocou o chapeu que a pouco estava em cima do balcão e saiu em passos lentos.

Tomando a ultima dose, Severus se levantou e subiu para o quarto.
Parecia mais bonita que a ultima vez, ela dormia tranquilamente, não querendo acorda-la, Severus foi se trocar no banheiro.
Ambos dormiram abraçadinhos.

Hermione acordou com o barulho do mar enquanto Severus dormia tranquilamente.
Vésperas da virada do ano, já se passaram dois dias da entrega do prêmio de Snape. Hermione tinha roupa nova para usar no reveillon, assim como Snape que passou a usar roupas menos escuras e mais jovial.

Depois que conheceu Hermione, Snape mudou o corte de cabelo, o jeito de se vestir, o modo de tratar as pessoas, o modo de ver a vida, tudo mudou. Ele pensava em se casar com Hermione, pensava em ter filhos, pensava em construir um lar que ele tanto precisou quando era criança.

Refletiu como perdeu tanto tempo de sua juventude sendo Comensal da Morte, percebeu que isto não trouxe benéficio para sua vida. A vida toda foi infeliz e descontava nos alunos. Mas que um dia deixou ser amado por uma Grifinória, teimosa e irritante. E como amava esta mulher.

- Dumbledore, Posso entrar? - Perguntou Snape batendo na porta.
- Bom dia, dormiu bem?
- Sim, dormi muito bem.
- O que queres? - Perguntou Dumbledore acenando para que Severus sentasse numa poltrona.
- Quero que Hermione viaje hoje comigo para o Rio de Janeiro.
- Sério?
- Sim! Quero passar o Reveillon com ela na praia.
- Tudo bem, Filch toma conta do castelo, vou viajar para a China com Minerva.
- Ótimo, confirmarei com Hermione a viagem.

Snape vestia branco pela segunda vez na vida, a primeira vez que usou branco foi na igreja quando os pais biologicos levaram ele para ser batizado. O cabelo de Snape estava mais claro por que Hermione passou a comprar os xampus certo para ele.

Hermione descia as escadas de marmore de Hogwarts com seu vestido esvoaçante na cor branca, junto uma pulseira, um anel e um par de brincos de jade.

- Linda como sempre. - Falou Snape que aguardava no Hall. - Vamos? - Perguntou dando o braço.
- Pra você, sempre estou pronta.

Batiam exatamente dez horas da noite, faltavam duas horas para a virada do ano.

Aparataram. Hermione ficou encantada com um lugar tão lindo e totalmente diferente do que já vira. A brisa que batia no rosto era totalemnte diferente, mais quentinha. A praia, o barulho do mar, as pessoas bronzeada.
Tudo era muito novo ali.

Hermione olhou para Severus. - Uau! Que lugar é esse?
- Gostou? - Perguntou Severus a abraçando.
- Adorei. - Hermione deu um selinho.
- Pois, aqui é Copacabana.
- Uau, já me falaram daqui, mas não sabia que era tão bonito, olha esse lugar, ahhh, eu quero andar pela praia. Vamos? - Hermione pediu sem esperar uma resposta, pois já o puxava.

Hermione tirou as sandálias, ao mesmo tempo que andava em direção ao mar. A água do mar estava quentinha, mas quando a água voltava a brisa fria batia nos pés molhados.

- Ai, que gostoso. - Hermione falava olhando para os pés que afundava na areia.
- Amanhã a gente volta para banhar, o que acha?
- Ai, que perfeito. Mas onde vamos ficar?
- Não se preocupe.
- Tá bem.
- Olha, comprei algo pra vc. - Snape procurou no bolso e tirou uma caixinha de veludo.
- O que é? - Hermione olhou para ele rindo.
- Abra. - Severus estendeu o presente.
- Que linda!
- Deixe que eu coloco.
Hermione quase chora. Nas pontas dos pés, ela envolve os braços no pescoço dele e dá um beijo.
O presente foi uma linda pulseira de ouro com as iniciais SSHG e um coração no meio.

- Sabe qual foi o melhor persente que ganhei em toda a minha vida? - Perguntou Hermione
- Não.
- Você!
- Serio?
- Claro, andei pensando muito e vc foi a melhor coisa que me aconteceu. Me ajudou bastante em momentos dificeis, a morte dos meus pais, a luta contra Voldemort, a perda do meu bebe, vc sempre esteve ao meu lado. - Hermione não conteve as lagrimas
- Hermione, você também é muito importante para mim, vc é meu maior presente, vc tem algo que nem todo mundo dá.
- E o que é?
- Amor! Você me deu amor, me mostrou o que é felicidade, me ajudou a sair da solidão, e isso é dificil de se encontrar. As pessoas, não querem saber se você está bem, ou se precisa de ajuda, é dificil encontrar pessoas como você, que não tem medo de amar e nem de se entregar.
- Owww, Severus, não sabia que te dei tanto amor.
- Ah não, ainda quero mais amor.
Hermione riu.
- Te darei todo o amor do mundo. - Hermione o abraçou - E quero ter você ao meu lado para sempre.
Snape a beijou.
- Olhe Hermione, fata pouco para a virada do ano.
Hemione riu, Snape estava muito mudado. Ele a olhou com ternura.
Conjurou uma champagne e duas taças.
Snape entregou as taças para Hermione. Faltavam dez segundos para o Reveillon, Hermione fechou os olhos e fez um pedido "Desejo que Severus e eu sejamos marido e mulher em outras encarnações"
A rolha da Champagne saiu e Hermione se assutou. Severus serviu a champagne.
- O que pediu? - Perguntou Severus
- Ah, nada demais. - Respondeu envergonhada.
Já passava da meia noite quando Severus se levantou, Hermione continuava dormindo sobre aquele tapete. Delicadamente, Severus a carregou para a cama, e a embrulhou.

- Te amo! - Severus beijou a testa de Hermione e foi para o banheiro tomar uma banho.

Depois do banho Severus continuou o trabalho.

Já era manhã quando Hermione acordou, estranhou que Severus não estivesse dormindo na cama com ela. Se enrolou no lençol e foi atrás dele no escritório.

Encontrou ele dormindo debruçado sobre anotações.

- Amorzinho!? Acorde!
- Ãh, Bom dia, dormiu bem?
- Melhor impossivel. - Falou Hermione com um sorriso malicioso no rosto. - Mas parece que vc não dormiu muito bem, não é verdade?
- Ah, só estou com dor nas costas. - Ele falou apontando pras costas.
- Venha pra cama, nada como uma massagem e uma dormida de verdade.
- Mas não posso dormir, tenho que terminar isto.
- è tanta anotação?
- Ahhh, eu já terminei tudo, só estou passando tudo a limpo.
- Oba, e por que toda essa preocupação?
- Porque faltam 12 pergaminohs.
- Nossa, mas é melhor você dormir um pouco, na hora do almoço eu te chamo, tá certo?
- Tá bom, você venceu. - Falou levantando da cadeira.
- Eba, vou almoçar com meu amor. - Hermione agarrou Severus pelo braço e conduziu para a cama. - Prontinho, agora se deite.
- Não precisa me tratar como criança.
- Não trato você como criança. Apenas o trato com zelo. - Hermione deu um selinho nele e saiu do quarto.

Hermione voltou para o quarto de Severus à uma da tarde com uma bandeija de refeições.
Bateu na porta e encontrou-o banhado e vestido.
- Já ia descer para almoçar.
- Não, não, eu trouxe o seu almoço e o meu também. - Hermione falou rindo.

Severus pegou a bandeja e colocou na mesa.

- Sente-se. - Snape indicou a mesa .

Depois da refeição Hermione deixou Severus trabalhar sozinho e foi passear por Hogwarts.

- Boa Tarde, Hermione.
- Boa tarde Dumbledore.
- Como foi o natal?
- Ah, foi ótimo e o seu.
- Perfeito, viajei com a Minerva depois da ceia.
- Ah sim, que legal.
- Ah, trouxe um presente. - Dumbledore fez aparecer um embrulho em suas mãos.
- Nossa, obrigada. - Hermione pulou em Dumbledore pra abraçá-lo.
- Não vai abrir?

Hermione começou a abrir o embrulho, era uma linda capa vermelha de veludo com capuz.(imaginem a capa da chapeuzinho vermelho)

- Nossa que lindo. - Hermione falou expermentando. - Obrigada, mais uma vez.
- De nada. - Falou Dumbledore sorrindo. - Onde está Severus? tenho um presente pra ele também.
- Ah, está trabalhando.
- Certo, então vou indo.
- Tá bom. - Hermione deu mais um abraço em Dumbledore e se virou rapidamente para ir embora, olhou pra trás e acenou.

Por onde passava, todos olhavam como Hermione estava mais bonita, aquela capa vermelha que representava a cor da grifinória, mas os sonserinos reparavam no lindo conjunto de brinco, colar e pulseira de esmeraldas que Hermione passou a usar. Alguns já desconfiavam da aproximação dela com Snape, a desculpa era os estudos, mas como muitos sabiam do temperamento dificil de Snape, ficavam nessa duvida. O que eles fazem no natal? essa era a duvida e fofoca de hogwarts.

No escritório de Snape:

- Trabalhando muito Severus?
- AH, sim. Tenho que terminar logo isto.
- Por que a pressa? - Penguntou Dumbledore já sabendo a resposta.
Snape ficou vermelho. - Pra passar mais tempo com.... Ah, você sabe.
Dumbledore riu. - Claro que sei.
- Trouxe um presente pra você da Itália. - Dumbledore fez aparecer um embrulho.
- Obrigado. - Severus recebeu e abriu.
- Espero que goste.
- Ah sim, adorei, - Severus tentou dar uma sorriso mas não conseguiu, odiou o presente.
- Sabe, essas cores são bonitas, talvez Hermione goste da mudança.
- Pode ser. - Severus pensou um pouco e talvez ela gostasse.

Severus ganhou uma camisa pólo da Armani, cor branca com listras na manga discreta na cor verde musgo, o tecido era leve e quente.

Trocou de camisa ali na frente de Dumbledore.

- E então?
- Essa calça social não combina Severus, e seus sapatos também não, mas você fica mais bonito.
Severus ficou vermelho.
- O que tenho que comprar então?
- Calça jeans e tênis.
- Roupa de trouxa? Nunca.
- Hum... vou pedir pra Minerva trazer jeans, tênis e mais camisas, acho que oito conjuntos já bastam.
- Mas, Dumbledore não precisa, gosto de preto, além do mais, no quero parecer um moleque.
- Que nada Severus, é comum pessoas da sua idade usar roupas esportivas, e você ficará com aparencia mais jovem, preto envelhece, sem falar que suas roupas são muito fechadas.
E olha que pelo que conheço, Minerva vai comprar pra hermione também.
- Òtimo, boa idéia, nem precisa comprar pra mim, compre pra ela, ela é sua filha. Vai amar.
Dumbledore deu um sorriso, quase que gargalhada.
- Verdade, ela é minha filha, vou vestir ela como uma princesa se quer saber, comprei uma capa pra ela usar nesse periodo de frio, com certeza ficará bela usando roupas da Lacoste, ou chanel. Acumulei muito dinheiro, gastar com vocês será uma boa, se importa de eu dar o casamento? Vocês só iriam se preocupar com a casa, com os filhos, essas coisas, já que sou o pai dela, o avó das crianças. - Dumbledore falava sonhando, parecia um menino, estava feliz que tinha uma familia, e teria netos.
- Tudo bem. - Snape dava gargalhadas. - Agradeço por tudo, e pelo presente.
- Eu que agradeço.

Dumbledore e Snape continuaram a conversar.

Finalmente chegara o dia de Severus se apresentar perante vários icones do mundo magico, e Severus finalmente ia mostrar a cura para osteoporose.
Lá estava ele mostrando que funcionava, falou das experiencias, da formula, de tudo.
Hermione muito elegante estava sentada a mesa de convidados, junto de Dumbledore, Minerva que chegara a pouco tempo de viagem, Hagrid, e outros convidados.

Muitos aplausos surgiram, e muita inveja por parte de alguns estudiosos de poções. Hermione aplaudia sem parar, Snape recebeu o prêmio Nobel após a explicação, desceu a escada do palco e se juntou aos convidados.

- Parabéns! Agora poderei me cuidar. - Disse Dumbledore sorrindo, e abraçando Severus ao mesmo tempo.
- Muito bem, tenho que confessar que você está de Parabéns. - Falou Minerva apertando a mão de Snape.
- É, vc revolucionou a medicina bruxa. - Falou Hagrid apertando com muita força a mão de Snape.

Snape olhou Hermione, não sabia o que fazer perante tantos bruxos importantes, se beijasse Hermione ali, Hogwarts não teria mais alunos para contar história. Então, sem reação e um olahndo para o outro, Hermione veio em direção de Severus e beijou o rosto dele.

- Parabéns! Meu amor. - Hermione falou mais perto de Severus e num sussuro quase inaudivel. Este apenas riu.

Após o jantar, todos aparatarem para o castelo de Hogwarts.

- Ah! Severus, Hermione. - Falou Minerva
- Sim!? - Os dois responderam.
- O presente de vocês dois está no quarto de Severus, amanhã me digam se gostarão, certo?
- Certo. - Falou Hermione
Severus apenas acenou que sim com a cabeça.

Dumbledore e Minerva se despediram do jovem casal.
- Você quer olhar os presentes agora? - Perguntou Severus com uma aparência cansada.
- Não, já são três da manhã, estou cansada.
- Tudo bem amor, até amanhã.
- Até!
Hermione não escutava a musica, não via as luzes, toda a concentração dela estava voltada para o corpo, e o cheiro de Severus Snape. Aquele momento era unico, a primeira valsa. O toque da mão dele nas costas dela, deixava-a arrupiada, o calor que aquelas mãos provocavam, Hermione estava totalmente relaxada com o rosto encostado em Severus.

- Te amo! - Essa foi a unica palavra dita por Hermione durante toda a valsa.

Ao ouvir isso, Snape tirou a mão da cintura de Hermione e acariciou os cabelos dela, era uma verdadeira massagem, o peito de Hermione se encheu, ela sentia o amor complementando a vida dela.

Outra musica começou a tocar, Snape seguia o ritmo lento, a mão que a pouco estava nas costas de Hermione, agora pousa sobre o ombro dela, Snape baixou a alça do vestido, e ali mesmo deu leves beijos. Baixou o outro lado e deu o mesmo beijo.
Olhou nos olhos de Hermione, esta se aproximou de Snape e deu um leve beijo em sua boca. Snape soltou as duas alças do vestido, e a seda caiu no chão mostrando todo o corpo curvilineo de Hermione, os seios estavam a mostra, a calcinha era na cor preta.
Snape contemplou o corpo dela, beijou delicadamente os seios, a barriga, e se ajoelhou, abraçou Hermione ainda ajoelhado e encostou o ouvido na barriga dela, era macia aquela barriguinha, era quentinha, Hermione acariciou os cabelos macios e cortados de Severus.
Hermione se ajoelhou para olhar Severus, e poder beijá-lo. Ele tirou a camisa com a ajuda dela, tirou a meia, a calça, e ficou só de cueca.
Os dois tomaram vinho contemplando o corpo um do outro, comeram queijo, conversaram..

- Te acho tão linda, não sei o que viu em mim. - Snape contemplava aquele corpo pálido, os seios rosados, aquele colar de ouro branco com esmeraldas que realçavam ainda mais a brancura de Hermione, e a beleza. - Essa cor realça a sua beleza. - Snape falou segurando o colar que consequentemente suas mãos tocavam a região dos seios.
Hermione se excitou um pouco e Snape percebeu.
- Vi um homem inteligente, bonito, charmoso, interessante, misterioso. - Cada palavra era dita lentamente, enquanto Hermione enrolava o dedo no colar, e isso chamou a atenção de Severus.

Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus.

Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus

Enquanto beijava Hermione, Snape acariciava a barriga dela. A mão dele que estava gelada por causa do vinho, causava em Hermione um arrupio, uma excitação.

Snape derramou um pouco de vinho na barriga de Hermione e começou a passar a lingua, desceu e retirou a calcinha de Hermione com a boca, beijou as cochas dela, os joelhos, as pernas, os pés.

Ele abriu as pernas dela e começou a massagear a parte interna das cochas, começou perto do joelho, e foi subindo, e a cada subido ele colocava mais leveza na mão, deixando-a excitada a ponto de deixá-la fazer movimentos eróticos, como uma cobra. Ela gemia, segurou a mão dele para que ele colocasse a mão onde devia, mas ele não permitia, e isso a deixava mais excitada, mais aguniada, querendo mais. Até que Snape finalmente massageou a região que estava ansiosa, que estava excitada querendo ser tocada. Snape estava com o pau duro, doido pra possuir Hermione, mas se segurou. Passou a lingua, chupou, masturbou colocando o dedo nela. Até que finalmente baixou a cueca e enfiou, possuiu ela, Hermione e Snape gemiam alto, foi um sexo excelente, fazia muito tempo que eles não trocavam caricias, fazia muito tempo que eles não tinahm uma noite de amor, fazia tempo, e esse tempo matavam os dois de ansiedade, maldita Hogwarts e seus alunos.

Ambos adormeceram naquela sala.
O resto do dia foi calmo, Hermione foi para o quarto ler livros que Severus emprestava sobre artes das trevas.

Enquanto isso Severus precisava ganhar tempo para mostrar os relátorios sobre sua nova criação, e assim ganhar o premio Nobel que além de reputação, ganharia milhões de galeões.

Hermione terminou de se arrumar, os cabelos estavam soltos e secos, a maquiagem era leve, o vestido era de seda na cor preta, a frente era decotado, as costas era nua, até a cintura, finalizada por um belo laço do mesmo material.

A sandália era preta com um saltinho. Nas mãos usava dois anéis, um de noitado, o outro de esmeralda, assim como os brincos e a pulseira que eram de ouro branco e esmeraldas.

Pegou o vinho, o queijo e foi em direção aos aposentos do amado.

Eram exatamente 8:45 quando Hermione entrou sorrateiramente pelos aposentos de Severus. Ele estava no banho.

A sala estava impecavel, Severus sempre foi arrumado, e isso facilitou o trabalho de Hermione.

Em 5 minutos tudo estava arrumado.

O vinho e o queijo prontos para serem consumido, um tapete vermelho ocupando a sala, com várias almofadas vermelhas. As cortinas fechadas, velas espalhadas pela sala, a lareira acesa, tudo perfeito para uma noite perfeita.

Hermione sentiu o cheiro do perfume de Severus, era inconfundivel, com certeza.

Rapidamente com um aceno na varinha Hermione apagou tudo, a lareira, as velas.

Snape saiu do quarto, estranhou a sala escura, algo fofo nos pés(tapete), quando pensou em pegar a varinha, Hermione acendeu tudo.

- Surpresa!!!! - Hermione riu do espanto de Severus.
- Nossa! Amei a surpresa. - Severus se aproximou de Hermione, mas essa interveio.
- Não!
- O que?
- Nada de colocar os sapatos no tapete. Fique só de meia!
Snape amou a idéia.
- E você não vai tirar as sandálias?
- Silencio! Agora sente aqui.
- Claro minha rainha.
Hermione sorriu inocentemente para Severus. Aproximou dele.
- Agora, tire minha sandália! - Hermione esticou o pé direito.
Snape tirou lentamente tocando os pés de Hermione, querendo beijá-los, mas Hermione tirou.
- Ainda não! - E assim esticou o outro pé.
Após essa brincadeira, Hermione sentou ao lado de Severus.
- Tenho um presente para você.
Hermione se esticou o pegou o vinho e as taças.
- Nossa, amo esse vinho, obrigado Hermione.
- Quero outra forma de agradecimento.
Severus riu maliciosamente. Chegou perto de Hermione, mas ela o afastou.
- Não falo disso.
- E o que é? - Perguntou curioso.
- Dança comigo? Você sabe dançar, não sabe?
- Um pouco, depende da musica.
- Valsa.
Snape quase se engasga.
- Não sei.
- Mas eu ouvi o Dumbledore.
- Esqueça o que esse velho disse. - Snape falou grosseiramente assutando Hermione.
- Desculpa, não precisa dançar. - Os olhos de Hermione marejaram.
- Eu que peço desculpas. Eu não sei dançar valsa.

- E por que me tratou daquele jeito?
- No meu primeiro baile chamei a Lilian Potter para dançar valsa comigo, ela aceitou apenas uma dança, por asar pisei no pé dela com muita força, ela fez escandalo, Thiago Potter achou que eu estava machucando, então me deu um soco e fiquei 3 dias desacordado.
- Nossa, então tem medo de pisar no meu pé, e de eu dar escandalo?
- É! - Falou Snape se sentindo infaltil.
Hermione teve uma crise de riso.
- Você está descalço, não tem como me machucar.
Snape fitou os próprios pés, se levantou.
- Concedereia a honra dessa dança? - Snape falou estendendo a mão para a jovem Hermione.
- Claro! - Hermione pousou a mão sobre a mãso de Severus, e assim foi guiada para o meio da sala.

Snape apontou a varinha para a vitrola, e a valsa começou.
Subiu as escadas. Parou na porta da sala de Dumbledore.

- Com licença. - Hermione entrou aos poucos na sala.
- Ah! sim, o que queres?
- Uma autorização para comprar bebida.
- Tão nova e já pensa em beber?
Hermione riu. - Não, não é isso. Quero presentear Severus.
- Ah! sim. - Dumbledore pegou a pena mergulhou na tina e escreveu num pedaço de papel.
- Espero que faço uma boa escolha.
- Sim, pode deixar.

Hermione estava no beco diagonal procurando algum presente para Severus. Entrou numa loja de queijos e vinhos.

- Vouz désirez, madame? - Um homem elegante perguntou admirando a jovem a sua frente.
- O que disse? - perguntou Hermione
- O que a senhora deseja? - Perguntou o jovem francês de 24 anos a sua frente.
- Ah...eu...eu...desejo - Hermione gaguejou com a beleza do jovem. - Um cabernet sauvignon e queijo Gorgonzola.
- Tem permissão para comprar vinhos ou já é de maior?
- Ah, está aqui a permissão.
- Quer ajuda ou prefere escolher sozinha?
- Ah, ajudar seria bom.
- Esse carbenet é excelente, acompanhado desse queijo aqui.
- Muitos compram?
- Ah! Poucos, é um conjunto muito caro. Poucos conseguem comprar. Apesar de caro.
- Quanto custa?
- Os dois saem por 900.
Hermione realmente não esperava isso tudo.
- Só tenho 500 no meu cartão. - Pensou Hermione.
- Sinto muito, mas não dá.
- Mostre-me outras opções acessiveis. Tenho 500.
Hermione andou mais um pouco e esbarrou em alguem.
- Lupin?
- Hermione? O que faz aqui? está sozinha? Onde está Severus?
- Calma, um pergunta de cada vez. - Hermione sorriu. Claro que estou comprando vinho.
- Você tem autorização?
- Do meu pai.
- Não entendi.
- Dumbledore me adotou.
- Nossa. Parabéns. - Lupin a abraçou. - Onde está Severus?
- Trabalhando, estou comprando um vinho pra presentea-lo.
- Por que não me chamou, eu sei qual vinho e queijo ele adora.
- Sério?
- Sério! Olha, ele prefere cabernet sauvignon e queijo gorgonzola.
- Eu sei, mas não sei a marca.
- Ahhh, sim. Você tem Tarapacá?
- Chileno?
- Sim, quanto custa?
- 800. - O Francês olhou para Hermione. - Ah, desculpe pelo equivoco, custa 400.
- Quanto tem Hermione? posso te ajudar.
- Não Lupin, obrigada, quero que me ajude a escolher o queijo.
- Esta marca aqui.
- Quantas gramas?
- 200 gramas.
- Espero que minha ajuda tenha servido. Tenho que ir, já fiz minhas compras. - Lupin pegou duas sacolas no balcão.
- Obrigada. Feliz Natal!
- Obrigado Hermione, Feliz Natal.

Depois que Lupin saiu, o francês voltou.
- O vinho e o queijo já estão no balcão.
- Ah! Não entendi por que você disse que custava 400.
- Oras apenas agradeça.
- Não, não vou levar um vinho que custa o dobro.
- Senhorita, não discuta. Tenho certeza que seu pai vai adorar.
Hermione ficou vermelha. - Vamos fazer o seguinte, na outra semana você volta e janta comigo. Que tal?
- Não.
- Por que?
- Esse vinho não é pro meu pai. É pro meu namorado.
Ele fitou-a por um tempo.
- Nossa e você quer levar um vinho pra um garoto, ainda mais um vinho caro. Que sacrificio.
- Ele não é um garoto, e ele vale mais do que todos os vinhos reunidos nessa loja. - Hermione se irritou.
- Me dê seu cartão. - O rapaz tomou da mão dela e entregou pro balconista passar. - Sem discurssão, não precisa vir jantar comigo, é um presente.
- Mas eu não quero levar.
- Mas ele já passou. A senha?
- Ah você colocou 400 do vinho e 30 do queijo?
- Não senhor, o senhor não avisou. - Falou o balconista.
Hermione já tinha colocado a senha e confirmado, o papel saiu normalmente.
- Você disse que tinha apenas 500?
- Acho que acrescentaram a minha conta. - Falou Hermione pasmada.
- Está bem. Volte sempre - O Francês olhou maliciosamente, entregou as sacolas e desejou um feliz natal.

Hermione saiu daquela loja um pouco feliz por ter comprado vinho pro seu amor.

Chegou em Hoqwarts, guardou o vinho e o queijo.

Trocou de roupa e caiu na cama.

Hermione acordou com um humor incrivel, estava feliz e já era Natal, recebeu cartas dos amigos, era de se esperar que não recebesse presente, Severus andava muito ocupado, Dumbledore poderia ter coisas mais importantes para fazer.
Não se importou muito com coisas tolas. Depois de ler as cartas dos amigos, Hermione resolveu escrever para eles também. Após dispachar a coruja, Hermione foi tomar um banho, parecia mais uma meditação, um momento de relaxamento, aquela água quentinha caindo sobre o corpo dela. Tão relaxante, poderia até dormir no banheiro, mas a fome fez com que ela saisse mais rápido daquele momento.
Vestiu uma calça jeans, uma bota, uma camisa de frio, um casaco, e desceu para o refeitório.

Havia alguns alunos, a mesa dos professores estavam vazias. Tomou um chocolate quente, nada melhor para aquecer o corpo num dia de inverno.

Não havia muita coisa a fazer em Hogwarts, lembrou de Hagrid, um amigo que não via há algum tempo.

Bateu na porta mas foi em vão.

- Ele não está! - Severus olhou para ela, ele estava parado com as mãos no bolso esperando alguma atitude dela. - Viajou.
- Oi Severus, Feliz Natal! - Hermione aproximou para abraça-lo.
- Não!
- O Que?
- Há alunos acordados, não reparou?
- Ah, desculpa. - Hermione baixou os olhos por se sentir estupida e envergonhada.
- Feliz Natal!
Hermione olhou pra ele e sorriu.
- Vai trabalhar hoje a noite?
- Não sei. Ainda falta alguns pergaminhos para terminar.
- Se não for pedir muito, eu queria passar uma horinha com você.
Severus riu.
- Está bem. As 9 horas nos meus aposentos.
Severus esperou que ela passasse na frente, ao fazer isso Hermione apenas tocou na mão dele, já que não podia beijá-lo.
Essa distancia, essa ansia por querer os beijos e os toques, deixavam-nos excitados.
- Professor?
- Olá Granger, posso entrar?
- Sim, claro por favor. Sinto não poder convidá-lo a sentar, já que vendi os moveis e..
- Ah, não se preocupe. - Dumbledore conjurou duas poltronas.
- Aceita um chá?
- Claro.
Cinco minutos depois Hermione aparece com duas xícaras de chá e um prato de biscoitinhos.
- Hummm..adoro biscoitinhos de limão.
- Sim professor o que queres?
- Mais cedo ou mais tarde, os trouxas bateram nessa porta para leva-la, já que é orfã, então, gostaria de saber se desejaria ser minha filha.
Hermione se engasgou com o chá.
- Sua..cof....filha?
- Se não gostar da idéia...
- Não, eu aceito. - Hermione sorriu pela primeirta vez depois da morte dos seus pais.
- Pois bem, vou preparar os documentos. Ah! daqui a dois dias eu voltarei pare leva-la a Hogwarts. Terá que colocar os assuntos em dia.
- Obrigada.

Dumbledore saia da casa de Hermione sorridente.

- Devo estar sonhando. - Pensou hermione.

Na manhã seguinte apareceu compradores interessados na casa de hermione, não faltava mais nada.

Um velhinho aparatou.

- Filha?
- Ah, oi pai? - Aquilo definitivamente soou estranho.
- Então resolveu tudo?
- Resolvi.
- Que bom, pois vamos.

Dumbledore aparatou com Hermione para Hogwarts.

- Professor. - Hermione gritou correndo para abraçar Snape, quando Dumbledore a puxou de volta pela veste.
- Ai!
- Mais discreta Granger. Estamos em Hogwarts. - Falou Snape
- Desculpa. Mas eu não sou uma granger.
- Como?
- Sou filha de Dumbledore.
- Você a adotou?
- Sim adotei Severus. Daqui a alguns meses Hermione é de maior. Não queria qualquer pessoa sendo pai dela.
- Obrigado.
- Hermione, é melhor se trocar.
- Vou indo. - Hermione saiu piscando para Severus e acenando com a mão para Dumbledore.
- Arrumei minha casa enquanto ela se desfazia da dela.
- Então a pedirá em casamento?
- Sim. Pedirei no próximo ano.
Dumbledore sorriu para Severus.
- Você fará ela muito feliz. Vejo isso. Sinto pela perda da criança. Mas com certeza vocês terão outros.
- Obrigado, você foi um bom pai para mim, desde os dia que me tirou daquele orfanato. Sei que será um bom pai para hermione e para os seus netos.
- Nunca pensei que um dia eu teria netos. - Dumbledore falou emocionado.
- Acho que acendemos uma luz no coração de Hermione. Depois de tudo que ela passou. - Falou Snape. - Bem é melhor eu ir. Tenho aulas à ministrar.
Hermione e Snape não tiverem nenhum contato fisico, não se beijaram, não fizeram amor, mal se viam.
Para recuperar o tempo perdido Hermione passava horas na biblioteca, estudava até nos domingos.
Snape passava muito tempo fazendo poções para a enfermaria da escola, e para outros fins. Trabalhava noites e noites para provar uma nova poção e com isso ganhar o premio Nobel.

O natal chegou tão rápido o fim do ano letivo estava perto. Muitos iam passar o nataL com os pais e Hermione ia passar o natal com o noivo, assim ela pretendia.

Dia 23, muito alunos deixavam a escola, Hermione aproveitou a oportunidade.

Bateu a porta da masmorra.

- Entre! - Disse uma voz seria e letal.
- Olá professor querido.
- Ah, Hermione é você. - O tom de Severus ficou normal, mais sereno.

Snape se aproximou e deu um leve beijo em Hermione.

- Quero passar o natal com você. - Hermione falou com um sorriso na boca.
- Ah sim, estou para solucionar uma nova poção.
- Hummm, e para que ela serve?
- Para ajudar na recomposição dos ossos.
- Como assim?
- É para quem tem osteoporose.
- Ah! Osteoporose é quando os ossos ficam frageis?
- Exatamente.
- E funciona?
- Ainda não sei, falta alguma coisa.
- Poxa, e pra quando você tem que apresentar?
- Depois do natal. No dia 27.
- Sério? Estará tão ocupado. - Hermione falou cabisbaixa. - Mas eu entendo. Ficarei em Hogwarts. Se precisar de mim estarei aqui.
- Está certo. - Snape abaixou a cabeça e se concentrou em suas anotações.

Hermione saiu do escritório.

- Talvez se eu organizar alguma coisa pro natal. - Hermione pensou.
- Se não lembra, eu sei aparatar.
- Pare de ser criança.
- Ah! Claro, e precisa me lembrar que sou o que? 20 anos mais nova? não Severus, obrigada, sei que ainda sou "infantil" Agora se me der licença quero passar.
- Não, não vai passar.
- Sai do meio, ou eu.. - Hermione puxou a varinha em direção à Severus.
- Nâo me faça rir. Vai fazer o que?
Hermione baixou a varinha. Avançou em direção a Severus, e tentou afastá-lo com as mãos, mas foi em vão.
- Sai do meio.
Severus riu da Hermione, ela já estava para chorar, não tinha coragem de lançar um feitiço em Severus, muito menos queria sair daquela casa, mas estava confusa sobre ele e Narcisa.
- Você já me iludiu demais, quero sair, me deixa. - Hermione falou sem conseguir segurar as lágrimas.
- Hermione... - Severus enchugou as lagrimas de Hermione com a lingua e depois deu um beijos nela, mas ela não respondeu.
- Você está com pena de mim, e não preciso disso.
- Hermione, eu te amo, e nem Narcisa, nem ninguem vai me tirar de você. Eu te amo, e pra sempre vou te amar.
- E, por que ela te segue? Por que ela não te deixa só pra mim?
- Hermione, não se preocupe, eu resolverei isso, nem que para isso eu precise matá-la.

- Te amo. - Hermione deu um selinho em Severus. - Preciso pegar algo. - Hermione se abaixou e pegou o anel colocando-o no dedo.
Snape subiu para o quarto e lá adormeceu, enquanto Hermione preparava um filet.

Na manhã seguinte os dois foram para a Ordem.

- Hermione. - A Felicidade foi geral, todos a abraçavam.
- Socorro! - Falava Hermione ao ser sufocada pelo abraço da Srª Weasley.
- Ora ora, vejam só. A Srª Snape por aqui. - Narcisa caia na gargalhada com o tom ironico que fez ao se dirigir a Hermione.
- Ora ora, se não é a megera que matou o próprio filho.
- HUmmmm, não reclame menina tola. Sei que você agradece, já que meu filho te estuprou.
- Ele o que? - Perguntou todos da sala. Os olhares incredulos pairavam sobre os de Hermione.
- Eu não me lembro. Eu estava sobre a maldição imperius, eu.. - Hermione começou a chorar e saiu correndo. Severus foi atrás dela.
- Tadinha. - Narcisa ria ainda mais.
- Saia daqui sua vibora, antes que eu te mate.
- Vai me matar potter?
- Não! Eu te mato. - Sirius lançou o Avada Kedavra sobre o corpo de Narisa.
- E agora? O que faremos com o corpo dela? - Perguntou Rony.
- Nada! - Dumbledore entrou na sala com um pergaminho em mãos. - Tenho uma permissão do Ministério para capturá-la viva ou morta.
- Como assim? - Perguntou Sirius curioso.
- Ela matou os pais de Hermione.
- O que? - Hermione entrou na sala. Teve um choque com a noticia, viu o corpo de Narcisa no chão. Hermione abraçou Severus o choro de Hermione era de dar pena, chegava a gritar. - Não, é mentira. - E chorava mais, até que teve um desmaio.
- Eu a levarei para o seu quarto. - Disse Severus à Sirius, que apenas asentiu.

Snape subiu as escadas, abriu a porta do quarto de Sirius e deitou Hermione na cama.

- Severus, se precisar de qualquer coisa, estarei lá em baixo. - Sirius falou.
- Obrigado!

Sirius saiu do quarto fechando a porta. Snape deitou ao lado de Hermione, admirava a beleza dela, tirou uma mecha do rosto dela e beijou os lábios de Hermione.

- Hum? Severus? - Hermione acordava aos poucos com o beijos de Severus. - Meu pai, onde ele está? - Hermione estava se levantando, mas Snape a segurou.
- Hermione, sinto muito.- Severus a abraçou.

Hermione desabou em choro. - O que será de mim? Só tenho você.
- Venha!
Hermione ficou sem entender aonde ele queria levar.
- Você verá seus pais. - Snape falou estendendo a mão.
- Severus. - Hermione falou num tom choroso e melancolico.

Hermione teve uma vertigem repentina.
- Hermione? Você está bem?
- Não. Ai!
- Hermione?
- Nada, senti apenas um calafrio, estou melhor.
- certeza?
- Sim, tenho certe... Ai! - Hermione sentiu um liquido escorrer pelas pernas. - Minha mão!
Severus pegou no pulso de Hermione e sabia muito bem o que tinha acontecido.
Hermione desmaiou nos braços de Severus, e este a levou para St.Mungos.


Horas depois Hermione acorda num leito de Hospital, e ainda vestida numa bata.

- Com licença!
- Ah! Já acordou SrªGranger, que bom. Chamarei o SrºSnape. - Disse a enfermeira.
- Olá minha linda flor. - Severus a beijou
- O que tive?
- Precisa ser forte, muito forte.
- Eu perdi o bebe não foi?
- Hermione, sim você perdeu. Nós perdemos. - Snape falou triste.
- Mas por que?
- Além de torturas que seu corpo sofreu. O seu pscologico foi afetado.
Hermione baixou a cabeça.
- Eu não queria perder mais nada nessa vida. Não quero te perder.Me dê outro filho, por favor.
- Dou quantos você quiser.
- Quanto tempo tenho que esperar?
- Pouco tempo, mas precisa ficar em repouso. Dumbledore disse que quando estiver melhor, poderá voltar a Hogwarts. O ano letivo ainda não acabou.
- Quero voltar o mais rápido possivel.
- Está bem. Mas agora descanse.

O velório da Srª e do Srº Granger foi muito triste.
Todos vestiam preto, até Dumbledore usava um traje especial. Todos sabiam que Hermione precisava de um apoio, ela ainda era nova, mas precisava ser forte. Faltava um ano para o Niems. Ela tinha um futuro brilhante, não poderia deixar os estudos de lado.

As pessoas ao redor vestiam preto e seguravam seus guarda-chuva cor preta respectivamente. Chovia muito, mas não ventava, as gotas caiam rente. O choro de Hermione era abafado pelo barulho da chuva que tocava as gramas e a sepultura de seus pais sendo lacrado. O ar era melancolico, via-se o olhar de tristeza dos amigos de Hermione, de Snape e o choro de Hermione.
Hermione segurava Snape, a dor que Hermione sentia era muito grande, perder alguem era o mesmo que se sentir sozinho no mundo.
Assim sentia Hermione.

Após toda a reza, após velarem a sepultura do Sr. e da Sra.Granger. Hermione queria reunir tudo, guardar as fotos de familia. As roupas da mãe e do pai, os perfumes, tudo era uma lembrança.

- Quero ir sozinha. - Falou Hermione para Severus.
- Estarei na minha casa.
- Severus.
- Sim?
- Te amo! - Hermione deu um selinho demorado, afastou e aparatou para dentro de sua casa.

Subiu ao quarto de seus pais, percebeu o tapete do quarto emborcado, o quarto estava um pouco bagunçado.

Abriu o guarda roupa dos pais, tocou os tecidos. Os olhos marejaram.
- Sinto tanta falta. - Hermione pensou. - Venderei essa casa. - Pensou hermione decidida.

Juntou as roupas numa caixa, os perfumes, as joias, os sapatos, ela ia se desfazer de tudo, os moveis da casa, o carro, tudo. Era uma decisão.

O trabalho demorou três dias até que Dumbledore bate na porta.
Não encontrou ninguem no quarto, desceu as escadas, gritou por Hermione e ninguem respondia.

- Oi amor!
- Onde está a Granger? - Severus estava para explodir de ódio.
- Oras severus, não seja acanhado, venha cumprimentar a visita! - Narcisa falava sedutoramente, enquanto desfilava com seu vestido preto justo e decotado, sua meia calça preta, e sua santádalia salto agulha. - Estava com saudades!
- Me largue cachorra nojenta!
- HUmmm, amo quando me trata assim. - Narcisa colou o corpo ao de Severus e tocou a parte intima deste. Lambeu o pescoço dele tocando os lábios carnudos, deu um chupão.
- Ainda usa o mesmo perfume?
Severus deu um empurrão.
- Como ousa? Se não sabe, pretendo me casar com Hermione.
- Pouco me importa, passei por cima de Draco e Lucius, será fácil passar por cima dela.
- Se você tocar nela, eu juro que te mato.
- E será preso? Oras, não seja burro. E sei que você me quer, vejo no seu olhar um desejo. Por que não me usa? Seja meu amante.
- Por favor, saia da minha casa. Estou perdendo a paciência.
- Não saio.
- Chega, se não sai por bem, sai por mal.
Snape a segurou pelos cabelos e levou-a até a porta.
- Se voltar, eu não penso duas vezes em te matar, e sabe que não sou de ameaçar as pessoas a toa.

Narcisa saiu da casa de Snape com desejo de vingança, Hermione pagaria por ter roubado Severus.

-Para onde deve ter ido Hermione? - Severus pensava. - Eu deixei ela aqui dormindo, pelo menos axo que dormiu, ahhhh, como estou morto, preciso dormir, mas antes preciso encontrá-la.

Ao terminar esse pensamento, alguem aparata na sala, fazendo Severus se assustar.

- Severus? - Hermione gritou.
- Onde estava? - Perguntava Severus descendo as escadas.
- Ah, estava com fome, e não tinha nada na geladeira, então - Hermione mostrou as sacolas que carregava na mão. - Fiz umas comprinhas.
- Que bom, olha preciso conversar com você, é algo muito sério.
- Se importa de conversarmos enquanto preparo?
- Ah! Claro que não, por favor, vamos.

Os dois foram para cozinha.

Hermione conjurou duas tábuas, uma para a carne e a outra para preparar os temperos.

- Olha, tenho noticias boas e ruins, ruins não, péssimas!
- Estou escutando.
- Narcisa envenenou Draco e Lucius.

Hermione parou de cortar a carne e deu um sorriso enorme.

- Que bom amor, agora temos que comemorar, onde está o vinho? - Hermione pulava em cima de Severus para abraça-lo.
- Espera Hermione. Tem mais. A notica ruim.
- Ah! Sim, conte. - Hermione ainda sorria.
- Narcisa conseguiu a confiança de todos da ordem, não vai ser presa pelo fato de não ser comensal, e ainda matou os ultimos comensais que restavam, o que dá méritos perante o Ministério.
- E o que tem de ruim nessa noticia, ela não faz parte de nossas vidas, não é Sr. Snape?
- Sim, é verdade, só que..
- Só que o que? Tá se encontrando com ela de novo é?
- Calma Hermione.
- Calma por que? me dê motivos para fical calma.
- Olha, não quero discutir, mas ela vai fazer de tudo paras nos separar, e ela tem um temperamento dificil.
- Pois fique com ela, vou embora, e tome esse anel de volta, ele não cabe mais no meu dedo.

Hermione foi em direção a porta. Mas Snape ficou na frente dela.
Hermione acorda e empurra o comensal, rapidamente rouba a varinha.

- Avada Kedavra! - Hermione lançou o feitiço contra o comensal.
- Cricius! - Um dos comensais que ainda restavam na sala, lança o feitiço.

Hermione caiu soltando a varinha, se contorceu, chorou mais ainda. Severus sentia ódio, vontade de matar todos que torturavam Hermione, sentiu repugnância daqueles covardes, sentiu além de tudo, um desespero, não podia fazer nada.

- Parem! - Severus gritou. - Eu conto tudo.

Os comensais pararam de torturar Herrmione, olharam para Severus e esperaram ele começar a falar.

- O plano de Dumbledore, é esperar Malfoy...
- Não! - Gritou Hermione. - Você..
- Cala a boca imunda! - Um dos comensais chutou a boca dela.

Hermione caiu desmaiada.

- Filho da mãe, vocês prometeram não machuca-la se eu contasse.

Os comensais riram.

Hermione parecia morta, o sangue escorria de sua boca. Ela nem se mechia.

- Vocês a mataram?
-Talvez, ela não servia pra nada mesmo. - Todos riram. - Então traidor conte tudo.
- Agora não conto mesmo.

Enquanto o dialogo corria a solta, Hermione acordara aos poucos e ninguem percebera. Aproveitando a oportunidade, pegou a varinha do comensal jazido ao seu lado e lançou um Avada Kedavra no Comensal que parecia mais forte, agora faltavam dois.

Na hora que os outro dois se viraram Hermione aproveitou e soltou as amarras de Severus.

Severus partiu pra cima do comensal maior.

- Avada ke
- Avada Kedavra - Hermione lançou o feitiço mais rápido.

Snape matara o ultimo comensal, perfurando o cranio deste com uma pisada.

Hermione abraçou Severus e chorou.

- Estou com nojo
- Não deveria, shhh..,não chore. - Severus beijou Hermione.

Aparataram daquela terrivel sala de tortura, o quarto de Severus estava intacto, ninguem havia passado por lá, mal ou bom sinal, no momento não importava, queriam lipar o sangue, tomar um banho, queriam purificar o corpo e a alma.

Hermione tentava recuperar do choque, não conseguia falar nada, tremia, chorava, lembrava das torturas, mas não sabia como chegara a ficar nua.

- Alguem me usou ?
- Sexualmente? - Snape perguntou meio receoso para contar a verdade.
Hermione assentiu com a cabeça.
- Olha Hermione, é melhor você tomar um banho, vestir uma roupa.
- Me responda! - Hermione perguntou gritando e chorando, já tinha até uma idéia do que aconteceu.
- Draco - Snape parou um pouco fitando Hermione. - ele lançou o imperius e...
- Não continue por favor. - Hermione chorou muito, Snape não sabia como consola-la então á abraçou.
- Te amo! Pode contar comigo para tudo. - Snape a beijou, sabia que ela estava fragilizada, nunca tinha matado, nunca tinha sido estuprada, nunca tinha sofrido tanto.
- Severus. - Hermione olhou para ele, abraçou, deu um leve beijo e fez um pedido com um carinho no olhar. - Me dá um banho?
Snape sorriu para ela, afagou, deu carinho, pegou a mão dela delicadamente e a levou ao banheiro.

A água da banheira estava morna, Snape limpou as leves feridas que Hermione tinha nos joelhos, lavou os cabelos dela, esfregou as costas dela com uma esponja, o corpo de Hermione era lindo, a pele viçosa, os cabelos macios e cheirosos, o perfume de xampu no cabelo de Hermione deixava Sevrus com o coração amanteigado, uma sensação gostosa em seu corpo.

- Queria que você me banhasse todo dia.
- Severus riu e a beijou.
- Nossa, você precisa de um banho , pelo menos não está mais ferido. - Ao mesmo tempo que falava, Hermione se levantava e tirava as poucas vestes que restavam em Severus. Ele entrou na banheira e sentou de costas para ela. Hermione começou lavando os cabelos de Severus, os movimentos que Hermione fazia o relaxava era uma verdadeira massagem aqueles dedinhos passando pelos cabelos de Severus. Em seguida esfregou as costas com a esponja. Enquanto isso, Severus limpava o resto de seu corpo. Ao terminar a sessão limpeza, Severus se encostou no corpo de Hermione, ficou deitado sobre o corpo dela, aquela água que antes era morna, agora está fria, relaxava todo o corpo, passaram poucos minutos sentindo o corpo um do outro se aquecer, as pontas dos dedos começaram a engilhar e sairam da banheira.

Certificando-se de quem Hermione já estava bem:

- Fique aqui Hermione, preciso encontrar o Professor Dumbledore.
- Te amo! - Hermione falou dando um selinho em Severus.

Já deitada na cama Hermione fechou os olhos e dormiu.

Na mansão Black:

Snape fitou Harry de longe.

- Onde está Dumbledore? - Perguntou para Harry.

Harry ainda tinha medo de Snape, teve calafrios.
- Ah, ele está lá em cima com os outros. Professor Snape, espere!
- Diga?
- Hermione? Como está Hermione?
Snape parou, olhou para Harry, sabia que eles estavam brigados, mas agora percebeu que Harry ainda amava a amiga.
- Ela está bem, não se preocupe. Amanhã ela virá para a Ordem.
Harry assentiu com a cabeça e Snape se retirou da sala.
Snape subiu as escadas bateu na porta e pediu licença. Todos se levantaram para falar com Snape. Perceberam que ele estava cansado, precisava dormir.

- Severus! - Dumbledore se levantou para abraçar Severus. - Como está a Srtª.Granger?
- Está bem, não se preocupe.
- Oras, não tenho com o que meu preocupar. Sei que com você ela está segura. - Falou Dumbledore
- Novidades? - Perguntou Lupin
- Sim. Infelizmente Draco e Lucius estão vivos.
- Errado!
- Como?
- Estão mortos. Narcisa envenenou eles.
- Ela o q?
- Ficou supreso Severus? - Narcisa falava no fundo da sala.
- Raro os casos de mães que matam o filho ou marido, mas de você não é surpresa.
- Por que acha isso?
Severus olhou para todos. - Melhor não dizer, mas quero você longe de mim e de todos que eu amo.

Ao dizer isso Narcisa fechou a cara. - Você quer dizer, daquela Granger?
- Sim, da minha Granger.

Ao dizer minha Granger, Narcisa se levantou da cadeira e deu um tapa em Severus. Olhou nos olhos dele e saiu da sala batendo a porta com força.

-Parece que ela ainda não te esqueceu Sevinho! - Todos da sala riram ao comentário de Lupin.
Snape puxou Lupin pelo colarinho. - Você não conhece Narcisa, seu cachorro intrometido!
Snape saiu da sala bufando de raiva. Sabia que precisava dormir, se encostou na parede e respirou fundo.
Após algum tempo Dumbledore aparece.
- Vá para casa descançar, cuide para que a Senhora Malfoy não faça nada de mal a Hermione.
- Obrigado por apoiar!
- Não se preocupe Severus, sei que você é mais feliz com ela.
Snape sorriu e abraçou Dumbledore de novo.
- Sabe, você é um amigo e um bom pai, você cuidou de mim como um filho desde que eu estudava em Hogwarts.

Snape aparatou no quarto...
Hermione tentava acordar, o impacto da bomba foi forte demais, seu corpo dóia, mal conseguia se mecher, mas também não era a toa, já que correntes a prendiam.

- Severus? - Esse foi o primeiro nome que Hermione conseguia dizer com muita dor.
- Calma Granger, ele está bem.
- Malfoy?
- Pode me chamar de Draco, permito pros mais intimos. - Draco falou num tom zombeiro.
- Onde ele está?
- Não se preocupe, ele ficará bem, eu acho. - Draco não consegui conter outra risadinha.
- fale agora. - Hermione tentou falar de forma imperativa, mas a dor que sentia em seus pulmões aumentou.
- Você não está em condições de mandar em mim. Já que o Lord não está aqui, posso fazer TUDO com você, aliais não esqueci de que fui expulso de Hogwarts por sua causa. - Draco falava tudo sem ressentimento, o que ele sentia no momento era desejo de possuir Hermione, apesar de machucada, ela estava sexy, suas vestes rasgadas.

- Onde está Hermione?
- Calma, ela está bem.
- Mentira, onde ela está?
- Cale sua boca, traidor imundo. - Lucius Nalfoy acertou um crucius em Snape.
- Se você continuar com isso ele morre e não diz nada.
- Cala a boca. - Malfoy dizia para um dos comensais.
-Direi onde ela está, se você me disser os planos de Dumledore.
Snape apenas deu uma breve risada de ironia.
- Hum. - Malfoy fitou snape por um tempo. - Previsivel de sua parte, já que você é um traidor, por falar nisso, já que você nasceu traindo a própria mãe, por que não trai Dumbledore? Livraria a Granger de torturas, teria privilegios no mundo dos nascido puro.
- Não me junto a corjas.
- Traga a Srtª Granger, quem sabe se a torturarmos ele diga algo.
Snape olhou para ele muito sério, não podia falar dos planos de Dumbledore, sacrificios de anos seriam em vão. Snape apenas baixou a cabeça.

- Pai? Aqui está a sangue-ruim.

Hermione estava fraca, não conseguia apoiar os pés no chão, era carregada por um dos comensais que aconpanhava Draco.

- Olhe Severus, sua amada está para morrer e não faz nada?
- Severus - Hermione falou num sussuro
- Traga aqui, vou ajudar nos ferimentos. - Malfoy falava com malicia.
- Pensei que ia tortura-la até morrer. - Falou Draco para Lucius
- Tenha paciencia, assim ela sofre de novo. - Malfoy falou rindo para Snape

Depois de fortalecida e sem ferimentos, Hermione continuou vestida com uma roupa rasgada e com sangue.

- Tenho que ir, Draco cuide de torturá-la bem. - Lucius saiu de encontro com mais uma batalha.

Após a saída de Lucius malfoy, Draco deu uma risada maliciosa para Hermione.

- Não ousa tocar nela. - Snape falava com uma fúria antes nunca vista e com tanta intensidade.
- Venha sangue ruim, rasteje até mim.

Hermione fitou draco, ela não ousaria se mecher nem um milimetro. Um dos comensais derrubou Hermione no chão.

- Serei direto. Imperius! - Draco lançou uma maldição imperdoavel em Hermione. - Venha até mim!

Hermione começou a engatinhar em direção a Draco.
Ele inclinou e segurou no queixo de Hermione fazendo com que ela levantasse.

- Hum, muito bem. Tire a blusa para Severus, e dance para ele.
Todos riram com exceção de Snape.
- covarde! - Gritou Snape
- Não venha me falar em covardia, você já usou muitos Imperius e Avada kedavra.
Snape se calou, sabia que Draco falava a verdade.

Hermione começou a dançar, fazia moimentos sensuais, muitos daquela sala de tortura estavam ansiosos para ver atrás daquela roupa.

Desaboutoou a camisa lentamente, botão por botão. o Sutiã rosa de rendas a deixava mais menina.

Snape tentava tirar o feitiço sobre Hermione verbalmente, mas um dos comensais deu um tapa impedindo a continuação.

- Chega! Você dançou demais para Severus.

Hermione parou de dançar com o pedido de Draco.

- Venha até aqui, princesa! - Um dos comensais dizia.

Ele começou a tirar o sutiã de Hermione, a tocar nos seios dela, passou a lingua.

- Pare com isso, seu nojento! - Mandou Severus.

O comensal riu para Snape e virou a Hermione de frente.

- Conte do plano de Dumbledore, e paramos com o Imperius.
- Nunca. - Snape falou num tom baixo quase num sussuro, e o mais frio que de constume.

Hermione ainda estava parada de frente para Severus. O comensal desceu a mão, puxando a saia que ela vestia. Os olhos de Hermione marejaram.

- Oh! Tadinha, vai chorar. - Draco dava gargalhadas. - Interessante, mesmo usando o Imperius ela consegue chorar, que comovente. - Falou em tom ironico.

- Venha Granger, sente aqui no meu colinho!

Draco abriu o ziper da calça, tirou o pênis, e quando Hermione foi se sentar, Draco segurou a cintura dela, puxou a calcinha para o lado, e mandou ela se sentar. Draco introduziu o pênis na vagina dela.

O olhar de Snape demonstrava desespero, o olhar de hermione não apenas marejavam como lágrimas caiam.

- Nossa Snape, ela é tão gostosa! hum.... mais devagar, isso.
- Draco dá um pouco dela pra mim! - Pedia um dos comensais.

Draco parou Hermione e empurrou para o comensal.

- Já que Snape não vai falar, explore o corpo dela e depois mate-a. - Draco saiu da sala com um tom de voz irritado.

- Vem cá vagabunda nojenta, agora venha, e chupe como se estivesse chupando um sorvete.

- Hermione, acorda, não faz isso! - Snape pedia numa suplica.

Faltando alguns centimetro para chegar no comensal, Hermione acorda.
Severus mudou a expressão do rosto rapidamente.

- O que disse? - Perguntou bastante sério
- Que estou grávida de você. - Hermione respondeu Feliz.

Severus levantou Hermione nos braços, estava alegre, assim que a coloca no chão, ele a beija.

- Teremos que planejar tudo, o casamento, a reforma de minha casa, o enxoval. - Severus era quem ria, estava aereo.
- Calma amor, iremos nos casar quando me formar, depois de eu ter tido meu Snape. - Hermione acariciou a barriga ainda sem volume.
- E aqui em Hogwarts?
- Ah pouco me importa o que eles pensam. Mas, eu só queria que Harry me perdoasse. - Os olhos de Hermione marejaram.
- Calma, o tempo resolverá o impasse entre vocês.
- Oh, meu Severus. - Hermione o beija. - Te amo, mais que tudo nessa vida.

Severus acaricia o rosto de Hermione.

- Tenho livros aqui em meu quarto que você jamais iria ver na biblioteca de Hogwarts. - Severus aponta para uma estante recheada de livros.
Hermione nem olha para Severus, e já está procurando livros.
-Vou continuar as poções que Dumbledore pediu. - Snape fala mas Hermione não dá muita atenção.

Hermione passou o dia no quarto de Severus, pegou um livro de 500 páginas sobre a Arte das trevas. Adormeceu na cama dele.

Ao acordar, Hermione vai até o escritório de Snape quando escuta-o conversando com Dumbledore.

- Lucius fugiu de Azkaban?
- Não só ele como os seguidores.
- Temos que estar preparados, sabia, era previsivel, Fugir de Azkaban é mais fácil que roubar doce de criança.
- Sim, Severus, e não tardará para a vingança deles. Eles foram humilhados, derrotamos eles facilmente.
- Se não fossem tão acomodados, eles teriam vencido a gente.
- Sim, mas você sabe que se não fosse a Srtª Granger, não teriamos conseguido.
- E espero que ela nunca saiba que eu a usei para isso.
- Sim, Severus, não passe essa imagem fria, você sofreu, sabia que poderia acontecer qualquer coisa com ela.
- E nunca me perdoaria por isso.
- Sinico! - Pensou Hermione. - Como poderia ser tão baixo a ponto de.. - Hermione lembrou de Voldemort tocando seu corpo. Logo essa imagem saiu da cabeça de Hermione.
- Isto mesmo Srtª granger, você se sacrificou por um bem maior.

Hermione se assutou com as palavras de Dumbledore.

- Olá diretor. - hermione falou empurrando a porta.
- Mione. - Falou Snape num sussuro.
- Ah, oi Severus. - Hermione baixou o rosto. - Me desculpa.
- Hermione. - Falou Dumbledore . - Você teve muita coragem. Agora se me dão licença tenho que tomar providencias contra os comensais.

Dumbledore saiu deixando os dois a sós.

- Sabe, tenho medo de que aconteça algo, faz meses que esses comensais estão presos. Com certeza arquitetaram alguma coisa para nos destruir.
- Quero que se cuide. você tem que cuidar do que é nosso. - Snape falou acariciando a barriga de hermione.
- Sim e cuidarei do nosso filho, mas - Hermione fitou severus por um tempo - Quero que se cuide também.
Severus riu, e deu um beijo em Hermione, esta saiu do escritório, Já eram 10 horas da noite e Hermione foi fazer sua ronda.

Severus Snape há meses havia arquitetado planos contra os comensais. Fez uma lista de quem continuaria com essa idéia maluca de destruir os bruxos nascido trouxas.

O salão principal estava o maior alvoroço de fofocas e alunos excitados, o motivo saiu no profeta diário. Comensais fogem de Azkaban, e matam o ministro Fudge.

- Nossa, mataram até o ministro. - Rony falava olhando para o jornal que acabara de tomar da mão de Hermione.
- Sim, é verdade Rony. - Falou Harry com uma voz de tédio.
- Tenho apenas a preocupação em saber quem substituirá Cornelio Fudge. - Agora Hermione falara. - O ministério tem um poder muito grande sobre esse jornal, e sobre a comunidade bruxa.

Dia após dia saia no jornal o numero de vitimas dos comensais. Uma pesquisa saiu diz que para que um comensal morra, 300 bruxos morrem e 900 trouxas morrem. É um realidade perversa. Eles têm preferencias por lugares movimentados.

O numero de alunos de Hogwarts diminuira. Muitos tinham medo de outra invasão de comensais, como ocorrera ano passado.

Hogwarts estava quase sem aula, os professores saiam na maioria das vezes para "salvar o mundo" Hermione quase não via Snape, ao invez de ter 7 aulas em uma dia, teve 3. Muitos pais preferiram tirar seus filhos de Hogwarts.

-Todos agem precipitadamente. - Pensou hermione parando de ler um livro fitando um peixinho no lago. - eu não saio de Hogwarts por nada desse mundo, aqui tem a melhor proteção, tenho tudo o que preciso, livros, salas propicias para treinos de batalha. Aqui tem tudo.
De repente Hermione vê uma luz do lado da floresta proibida. Fecha o livro rapidamente, salta do gramado para permanecer em pé, e tira a varinha de seu bolso.

Hermione decididamente, como qualquer outra grifinória faria, e ainda pertencente a Ordem da Fênix, continua o caminho até a floresta proibida, quando encontra Severus ferido.

- Era você, você aparatou? você está bem? - Hermione pergunta sem deixar Severus responder. - Venha, o levaria para a enfermaria.
- Não precisa. - Severus puxou a varinha e encantou um feitiço para que a ferida cicatrizasse.
- O que aconteceu?
- Os comensais vieram com tudo, está muito perigoso. Lucius é mais forte do que a gente pensava.
- Quer dizer que ele lidera?
- Sim, hermione. Tenho medo, ele parece possuido. Está pior que Voldemort, sinto que a fúria dele superou a razão dele. Ele age por instintos. Ele parece um animal, está muito sádico, insano.
- Meu Deus! - Hermione começou a chorar. - E onde está Dumbledore?
- Está colocando um plano em ordem.
- Qual a chance de vencermos?
- Não sei. Estamos num empate.

De repente uma espécie de bomba atinge os arredores onde Severus e Hermione estão, arremessando esses dois para longe. O que antes era um conflito, virou uma guerra.
Na manhã seguinte os primeiranistas comentavam com todos sobre o ocorrido entre Harry e Hermione. Logo, Hermione foi vista como uma idiota sabe-tudo, porém todos da Sonserina concordava com ela.

- Então é verdade, pensei que era mentira, jamais pensei isso dela. - Rony falou perplexo para Harry.
- Não quero olhar para ela, talvez eu tenha sido um estorvo para ela. Só atrapalhei os estudos dela.
- Harry. - Hermione falou sentando a mesa do salão principal. - Você nunca foi um estorvo, me desculpe, ontem eu...
- Para Hermione, Harry saiu quase chorando.

Enquanto isso Snape observava, quando Hermione vira e olha pra ele. Se olham por um tempo, ela vira e vai atrás de Harry.

Correndo Hermione não alcança Harry, perde-o de vista. Porém alguem a puxa para dentro de uma sala.

Snape imprensa Hermione na parede, e a beija com toda a força sem dar chances para que ela desvencilhe.

- O que você pensa que está... - Hermione não consegue terminar a frase quando Severus mostra um anel com um diamante incrustado. Hermione deixa lágrimas cairem.
- Este anel foi o motivo de eu ter saido para fazer compras.
- Então naquele dia, você tinha saido cedo para...?
- Sim sai para comprar um anel de noivado, e pediria em casamento quando fosse de maior, e não fosse mais minha aluna.

Hermione abraça Severus, beija-o, chora, sorri, pede perdão a ele.

- Então Narcisa foi...
- Narcisa tentou me seduzir, e fracassou, eu disse que te amava, e ela me beijou, mas não correspondi.
- Me perdoa? eu fui estupida.
- Shhh...- severus a beija com muita intesidade, mas logo a para. - Tenho aula e se não chegar agora me atrasarei, assim como a Srtª.

Hermione riu para Severus dando um selinho, ambos tomaram rumos diferentes. Aos poucos Hermione foi lembrando do mal entendido com o Harry.

Hermione não sabia o que iria dizer a Harry, mas estava feliz. Ela se lembrou de quando Severus tentara explicar o ocorrido, quando ele tentou ser doce, e quando ele bateu nela, o ultimo fato quase a fez chorar, mas logo esqueceu quando olhou o anel de noivado.

A aula era da professora Sprout. Não estava com saco para aturar aquela aula, mas só ia assistir porque precisava pedir desculpas ao Harry.
Depois da aula...
Hermione puxa Harry para conversar atrás de uma árvore.

- Me perdoa? Harry, você merece esse cargo mais do que eu, você tem muita coragem, você derrotou as trevas, você tem talentos, você nunca precisou de mim para mostrar que é capaz.
- Obrigado pelos elogios, mas tenho que ir.

Harry saiu e voltou para o castelo. Hermione encostou na árvore e sentou no chão arrasada e arrependida, como poderia se considerar amiga se Harry, isso se ainda for amiga dele. Ela não aguentou, se levantou e saiu correndo para o castelo, passou por vários corredores, desceu as escadas e chegou nas masmorras, viu aquele morcegão em sua sala particular.

Severus a olhou, ela estava chorando com cara de criança, parecia que tinham roubado o seu pirulito. Ela estava estática esperando que ele a abraçasse.

-Hermione, o que aconteceu? - Severus a abraçava, enquanto esta chorava incansavelmente.
- Eu perdi.... - Hermione não conseguia terminar a frase.
- Perdeu o que Hermione? Conte me.
- Nunca mais terei a amizade dele.
- Potter?

Ao mencionar o sobrenome de Harry, Hermione se afundou mais em choro.

- Se eu ainda estivesse sem você, eu teria me matado.
- Pare Hermione, eu nunca ia deixar.
- Severus...- Hermione chorava muito, mas tentou parar dando um selinho ao pronunciar o nome de Snape.
- Venha comigo, tenho uma poção que a deixará mais calma.

Hermione acompanhou Snape até o quarto dele.

- Beba, e se quiser passar o resto do dia descansando aqui no quarto...- Snape não terminou a frase. Hermione o calou com um beijo caloroso. - Tenho que terminar um trabalho.

Hermione desabotoou a camisa dele, Severus não pensava em recusar, Hermione tinha uma cara de Menina, poderia ter seus 16 anos, mas parecia ter 14.

- Minha pequena Lolita.
- Lo o que?
- Lolita, é uma oba de um trouxa, talvez você se interesse.
- E você lê essas coisas? - Hermione parou de despir Severus, estava impressionada com a revelação.
- Leio. - Snape riu para Hermione.

Snape a pega de jeito e coloca ela sentada em cima da mesa. Começa a morder as orelhas de Hermione, descendo lentamente pelo pescoço dando lambidinhas e chupões. Beija-a na boca. Snape tira a blusa dela, o sutiã, tira todas as peças de Hermione, ele admira cada centimetro, cada curva do corpo dela. Uma criança, uma menina, ao mesmo tempo uma adulta, uma mulher. Snape estava louco , a carne quente, macia, gostosa, o toque dela no corpo dele o deixava excitado, a penetração lenta, deixavam ambos no nirvana, a sensação dos corpos juntos, os deixavam presos em ourto mundo.
Aquilo era o amor, o sexo, o simples toque. Era a alma de cada um se unindo.

Esse momento ficaria na memória de ambos. Semanas depois Hermione estava grávida.

- Será que é menina, ou menino? - Hermione pensava rindo. - Qual será o nome dele? Terá a cara do pai ou da mãe? - Hermione estava feliz, ria ainda mais.

Hermione manteve-se aerea em todos as aulas, até nas aulas de poções.

- Srtª Granger, quero ter uma conversa com você.

Todos sairam da sala pensando no que Hermione teria feito de errado. Todos sairam e Severus fechou a porta com a varinha.

- Oi meu amor, o que foi? - Hermione o abraçava e beijava.
- Você esteve aerea a aula todo, você está com algum problema? Se estiver, eu posso te ajudar...
- Shhh, quer saber o que tenho?
Severus levantou a sobrancelha sabendo que a resposta era esperada.
- Eu tenho amor em excesso.

Severus riu, em seguida a beijou.
- Só isso que você tem?
- Não!
- Ah, o que mais? - Severus riu para ela.
- Estou grávida.

Severus riu, mas logo percebeu na expressão de Hermione que era verdade.
Plataforma 9 3/4.

-Oi! Rony como foi as férias?
Harry e Gina apareceram. Rony olhou pros dois e disse:
-Horrivéis, seria melhor se esses dois não ficassem de amasso lá em casa, não é Gina?
Gina apenas riu virando-se para beijar harry.
- E você com Snape, eca. Por acasou está doente Hermione?
- Fale mais baixo. Eu terminei com ele tá?
- Ah que bom, isso quer dizer que foi apenas momento de loucura.

Todos riram, mas hermione saiu correndo dali chorando. No meio do percuso hermione se choca contra seu professor de poções.

-Hermione!
Ao olhar pro professor, ela larga um tapa. - Pra você é Srtª granger!
Hermione se vira e entra no trem, procurando uma sala pra se sentar.
A sorte é que ninguem vira esse tapa.

Hermione encontra um vagão sem ninguem, fecha a porta e se senta. Minutos depois alguem bate.

- Posso entrar?
Hermione não respondeu, então Severus se sentou de frente para ela.
- Desculpa, eu...
- O que ela foi fazer na sua casa aquela hora da manhã? - Hermione perguntou séria, com raiva e lagrimas nos olhos.
- Eu tive um caso com ela há muitos anos. - Snape fez uma pausa olhando em direção a paisagem, meio aereo em pensamento. - Dois anos após ter Draco.
- Durou quanto tempo?
- Oito anos.
- Oito? Meu Deus. Você,...você é nojento. Você ao menos ama ela?
- Não, ela me seduzia, eu era um homem sozinho, ninguem me queria.
- Não venha com esse papo de homem sofredor, você a amava?
- Não, ela não me completa em nada, ela não tinha responsabilidades como eu. Ela não trabalhava, não tinha compromissos, e exigia muito de mim. Eu tinha vida dupla, eu era espião de Voldemort, trabalhava em Hogwarts, ela exigia minha presença, e eu não podia dar. Ela tinha um corpo bonito, me dava prazer.
- Para tudo.
Snape fez uma pausa.
- Você me usou também. Eu moro em Hogwarts. Assim fica fácil, né? - Hermione perguntou se levantando.
- Não Hermione, não é verdade.
- E aquele beijo lá na sala? Foi fazer compras naquele dia ou foi procurar outra? - Hermione perguntava no ponto de comer Severus vivo.
Mas as insinuações de Hermione foram mais forte. severus se levantou rapidamente largando um tapa em Hermione tão forte que esta caiu em cima da poltrona. Hermione limpou o sangue no canto da boca.
- Esta é a ultima vez, Sr. Snape. Nunca mais olhe na minha cara.
hermione saiu do vagão deixando Severus arrependido.
Hermione saiu demonstrando que o tapa não a afetou, mas por dentro queria chorar. Na verdade o tapa afetou e muito, jamais imaginaria algo de Severus, quer dizer ficava em duvidas, depois de uma traição, de agora em diante vindo de Severus, tudo é possivel. Percebeu que faltava alguns minutos para chegar em Hogwarts. Se escondeu no banheiro do trem.

Hermione lançou um feitiço em direção em sua boca, para fechar a ferida.

-Pena que não existe um para sicatrizar o coração. - Pensou Hermione. - Tudo estava indo tão bem. Por que ele fez isso comigo, logo agora? - Pensava hermione aos choros.

Hermione olhou para o espelho e via o reflexo de uma menina idiota, provavelmente idiota, aquela dentuça ridicula de cabelos embaraçados e vestes largas.
-Continuo sendo a intragavel sabe tudo. - Pensou Hermione - A mesma sangue ruim, a filha de trouxas, Severus não teria motivos para gostar de mim. - A cada pensamento negativo, Hermione tinha vontade de desaparecer, de desistir de viver.

Hermione enxugou as lagrimas, iria sair daquele banheiro, como uma nova Hermione, uma forte, e mais equilibrada. Sabia que não tinha muito com quem contar. Os amigos estavam namorando, contar com Rony era o mesmo que contar com ninguem.

O apito do trem soou.

Hermione esperou que todos decessem. Pegou suas coisas e entrou numa carruagem
onde não havia ninguem. Quando ia fechando a porta, alguem a abre.
Severus entra e fecha a porta.

-Quero me desculpar. - Severus pegava na mão da minina, que estava sobre as coxas.
Hermione retirou a mão e Severus encostou as costas no banco para ollhar Hermione, mas esta virou o rosto para a janela da carruagem.
- Já disse, aquela foi a ultima vez. - hermione gritou chorando. - E não olhe mais para mim.
- Narcisa me beijou eu não...
- Ora, cale a sua boca. - Hermione se segurou para não bater em Severus.
- Olha, naquele dia eu sai para...
- Chega! - hermione pedia em suplica, ao mesmo tempo a palavra saia num sussuro quase inaudivel, e choro.
- Me escuta. - Snape passava as mãos delicadamente nos cabelos de Hermione.
Hermione por um momento fechou os olhos sentindo as mãos dele. Severus ia se aproximando quando Hermione se afastou acordando ao msm tempo que retirava a mão de Severus.
- Você preferiu a ela. Me deixe em paz.
- Me deixa explicar.
- Explicar o que? Você fez tantas promessas.

A carruagem parou.

- Olha Professor.Snape, não dará mais certo. Não venha com desculpas. Eu vi vc com ela. Ah, e a partir de agora me trate como aluna.

Hermione desceu rapidamente da carruagem.

Ao chegar em Hogwarts Hermione é convocada para ser a nova monitora chefe da casa da grifinória. Pensando no curriculo ela aceita na hora.

Hermione foi para o salão principal, seria a seleção dos primeiranistas e o banquete. Na verdade ela queria estar em outro lugar, ver Severus sentado na mesa dos professores doía o coração. Hermione fazia o máximo para demonstrar frieza.

Harry e Gina estavam de namorico. Rony conversava sobre uma partida de Xadrez com Thomas. Hermione fitou as mãos, fingindo olhar as unhas para que não tivesse que olhar a mesa dos professores. A seleção de alunos terminou e o banquete foi servido. Rony comia desesperadamente, Hermione apenas revirou os olhos, Rony não mudara, continuava o mesmo. Estava sem fome, nem a sobremesa comeu.

Após a refeição, todos sairam do Salão principal.

Hermione interrompeu o namorico de Haarry.

-Harry, acorda, você tem que mostra onde é a casa Grifinória para os primeiranistas.
- Verdade. Vamos Mostrarei onde vocês vão ficar. - Harry falou olhando para os primeiranistas.

Ao se levantar Gina abraça Hermione.

- Parabéns,
- Ah, o que?
- Oras você conseguiu o cargo como Monitora Chefe. Fiquei tão feliz por você. Supera todos em tudo.
- Não diga isso.
- Ora, Hermione, você surpreendeu a todos.
- Como assim?
- Muitos pensavam que esse cargo ia ficar com Harry.
- Como sempre esse Harry idiota.

Hermione saiu com raiva.
- Harry só copia minhas tarefas, todos sabem que ele passa mais termpo jogando quadribol do que fazendo outra coisa, a não ser namorando aquela Weasley. -Hermione pensou falando alto.
-Então é assim quer pensa de mim Hermione? - Harry perguntou acompanhado dos primeiranistas que escutaram tudo.
- Não Harry, eu...
- Não precisa explicar. Continuarei as minhas obrigações. - Todos os primeiranistas olharam para Hermione e depois se viraram para entrar nos dormitórios.

Hermione estava sozinha na sala comunal.

-Desculpa Harry, fui ingrata com minhas palavras, você matou Voldemort, e merecia esse cargo mais do que eu. - Hermione falou chorosa e sozinha.

Subiu para o quarto e foi dormir.
Hermione trocou de lugar, ela queria tomar conta do corpo de Snape, depois de um beijo, desceu a lingua no pescoço dele, ao mesmo tempo que dava chupões. A lingua dela descia para o peitoral lambia e mordia o peitoral dele, ao mesmo tempo que causava prazer e cocegas. A lingua dela percorreu todo esse trajeto chegando ao pênis, ela segurou o pênis dele, era a primeira vez que ia fazer sexo oral em uma pessoa, mas tomou coragem. A lingua dela passava pela cabeça do pênis, ela chupava e lambia, Severus dava imensos gemidos de prazer, chegava a fechar os olhos para sentir aquela região com mais intensidade, a boca de hermione devorava aquele pênis com intensidade, mas ainda lentamente fazia movimentos com a lingua, achava a pratica estranha. Fazia para satisfazer o amor da vida dela, e ficava feliz por isso. Snape sentou para que Hermione percebesse que era hora de parar. Severus se levantou e foi na hora que ele não se controlou e ejaculou. Hermione não chegou a ver, pois ele já estava indo para o banheiro.

Hermione se levantou e foi atrás dele.
-Quer tomar um banho comigo? - Perguntou Hermione já ligando a ducha quente.
Snape a seguiu para dentro do chuveiro, pegou ela pela cintura, levantou ela encaixando o pênis para dentro dela.
Depois dessa rapidinha no banheiro, ambos já saciaram o desejo de anos.

-Quer passar as férias na minha casa?
-Sério? - Perguntou Hermione.
-Claro! - Respondeu Severus rindo para ela.
-Adoraria!

Depois do banho foram dormir.

Na manhã seguinte, Hermione acorda com uma bandeja ao lado da cama, com bolinhos , suco de laranja e um bilhetinho.

Fui fazer compras, volto logo!
Beijos Severus Snape


Hermione deu um longo suspiro de amor, começou a tomar o suco quando a campainha toca.
-Parece que ele já voltou. - Falou Hermione pulando da cama, feliz e correndo para abrir a porta.
-Bom dia! - Falou uma mulher assim que Hermione abriu a porta.
-Ah, pois não? - Falou Hermione
-Severus está? - Perguntou a mulher vendo Hermione enrolada no lençol.
-Quem é você?
- Narcisa.
- Narcisa?
- Sim, Narcisa Malfoy! - Falou a mulher irritada
Hermione se lembrou que não conhecera a mãe de Draco, ela se lembrou que Narcisa jamais aceitou a idéia de se juntar a Voldemort, mas nunca opnou na vida de Lucio, ela nunca foi apaixonada por Lucio.
- Vai me deixar entrar? Ou vai deixar que eu pegue um resfriado?
- Desculpe, por favor entre.
- Ah, vou me trocar.
- Tudo bem, eu espero.
Hermione colocou uma roupa quentinha, confortável e bonita para Severus. Ouviu um baque que vinha lá da sala.
-Severus deve ter chegado, o que uso?
Hermione olhou mais uma vez a roupa, era essa mesmo.
Voltou para sala e encontrou Severus beijando Narcisa. Essa foi a gota d'água.

- E eu pensei que ele me amava, mas vejo que me usou, fui idiota. - Pensou Hermione ao mesmo tempo que lágrimas caiam de seus olhos. - Você me paga Severus.
Uma furia tomou conta do corpo de Hermione, ciumes, e traição. Para não fazer besteiras Hermione voltou para o quarto e deixou um bilhete.

Nunca mais olhe na minha cara!

Granger


Aparatou para a casa de seus pais. Passaria o resto das Férias com os pais.
-Por que não me conta o que aconteceu, brigou com os seus amigos?
-Me deixa mãe, não é nada. - Hermione chorava soluçando, ao mesmo tempo que expulsava e empurrava a mãe do quarto.
O resto das Férias de hermione foi parada. Ela leu todos os livros do 6° ano letivo.
faltava uma semana para as aulas. Hermione já tinha adiantado tudo, só faltava comprar vestes novas.
-Aposto como ele está dormindo com Narcisa. Odeio ele. me usou. - Hermione não parava de chorar. O primeiro homem da vida dela, a usou.
-Temos que ir para a mansão de Voldemort.
Minerva, Sr. e Sr.ª Weasley, Kingsley, Shacklebolt, Moody, Gui, Fleur, Jorge e Fred, entre outros da ordem da fenix, lutavam contra comensais. Hermione, Snape, Gina, Rony, Lupin , Tonks, Dumbledore e HArry aparataram na mansão.

Os comensais foram levados para Azkaban. Jornais faziam filas para tirar fotos dos Heróis.

Hermione e Snape fugiram dali sorrateiramente.

Aparataram na mansão de Severus.

Na Mansão De Severus.

-Estou com nojo dessa roupa. -Falou hermione olhando para a própria roupa.
-vamos tomar um banho?
-O que? - Perguntou Hermione assustada.
severus demonstrou uma feição triste.
-Tudo bem, vamos! - Falou sorrindo
Ele olhou pára ela com um sorriso, beijando-a ao mesmo tempo.

Ela tirou a capa dele, abriu os botões da camisa dele lentamente, ele tirou os sapatos com os pés. segurou o vestido de Hermione, e esta levantou os braços para que ele tirasse.

O seios de Hermione e o peitoral de Severus estavam a mostra. Ele nunca tinha visto os seios dela. ela passou a mão no peitoral dele, abraçou ele encostado os seios no peitoral dele. Deixando snape excitado, ela beijava-o, tirou a calça dele, o pau dele estava duro, ela ficou com vergonha e sem reação, não teve coragem de continuar.

Ele tirou a calcinha dela e percebeu que estava excitada, e molhada. Abriu o chuveiro deixando a água encher a baheira.
Na banheira, ambos descobriam as partes intimas um do outro. Hermione tocou Snape, ao mesmo tempo ele percorria a mão por entre as pernas de Hermione. Depois de amassos e caricias na banheira, ambom sairam da banheira e foram para a cama. Snape começou a lamber todo ocorpo de Hermione. Os seios, as coxas, e finalmente Hermione soltou um grange gemido quando snape passou a lingua na região intima da garota.

Snape penetrou o pênis na vagina da garota com cuidado para não machucá-la. No começo doeu, mas tornou prazeroso para Hermione. Estavam suados, estavam quentes, estavam excitados, estavam molhados, estavam loucos por mais.

A descoberta dos corpos fez com que ambos exigissem mais horas de Sexo, a intimidade entre os dois eram fortes. Após horas de prazer
-Severus?
-Hum?
-Como vai ser em Hogwarts? Ainda falta um ano para me formar, e...
-Não se preocupe! Teremos nossa intimidade no momento certo. Fora isso, seremos aluna e professor. Certo?
-Certo!
-Te amo!
-Te amo severus.

Ainda na cama Severus admirava o corpo despido de hermione, o perfume de seus cabelos, os seios pequenos e delicados, a região por entre as coxas, tudo dela era admirado por seu professor.
Ela olhou para ele dando um beijos demorado, as linguas se encontravam, aquela sensação de prazer tomava o corpo dos dois mais uma vez.
As caricias tomaram conta, Snape passou a mão na região mais intima do corpo de Hermione pressionava a parte com um pouco mais de força, mas ainda fazia com delicadeza. Hermione beijava seu professor com mais verocidade do que na primeira vez ao mesmo tempo que pousava a mão por cima da mão que Severus trabalhava fazendo com que ele pressionasse mais.
Em seguida ela tocou o pênis de Severus, os dois estavam num momento de prazer tão grande que ambos gemiam em alto e bom som.
Hermione sentou em cima de Snape para que introduzisse o pênis em sua vagina. Enquanto ela se movimentava Snape brincava com os seios dela, acariciava, beijava, ele e ela em movimentos lentos, aproveitando o prazer.
Snape a pegou pela cintura para que ela parasse.Deitou-a e passou a lingua no corpo dela, nos seios, na barriga, Nas coxas, nos seios, na intimidade. hermione passou as mãos no cabelo dele, numa forma de pedido para que ele continuasse. Depois ele voltou a beijar as coxas, beijou a boca, lingua com lingua. Ela estava quente, muito quente, dava pra sentir, os batimentos cardiacos, o suor escorria por todo o corpo. Os cabelos de Snape estava molhado de suor.
Hermione se sentou na cama, Vold tirou a capa e foi direto para o banheiro, ouvia-se a água caindo.
Hermione foi até a janela admirar a lua, e lá começou a chorar.
-Severus prometeu que ninguem ia me tocar. - Pensou Hermione chorando.
Voldemort ainda estava em furia, saiu do quarto intragavel e resmungando.

4 horas da manhã, Hermione estava dormindo na cama de Voldemort, sua saia estava um pouco levantada. Voldemort ao entrar no quarto deparou com Hermione daquele jeito. Foi o suficiente. Voldemort, retirou a capa, um casaco, abriu os botões da camisa lentamente, tirou as botas, a meia, a calça. E foi ao banheiro tomar um banho. De lá saiu com um roupão branco com detalhes verdes.
Hermione acordou com Voldemort vestindo o pijama.

-Desculpe se a acordei.
-Que horas são?
-4:30, volte a dormir. Vou descer.
-Eu quero sair desse quarto.
-Venha comigo. - Vold esticou a mão para que Hermione o acompanhasse.
-Bellatriz trará roupas para você, já providenciei isso.
-Onde está Severus? Ele está bem?
-Está numa missão, e se ele falhar, ele morre.
Hermione parou olhando nos olhos de Voldemort. Os olhos dela marejaram e começaram a cair lagrimas.
-Eu não...
-Shhh.
-Se ele morrer,...
-Se ele morrer, eu cuido de você. - Voldemort falou bastante sério. - Você é minha e não dou você para ninguem.
-Eu não sou sua.
-Repita isso, e te castigo.
Hermione se calou. Todos sabiam que discutir com Voldemort era o mesmo que cavar a própria sepultura.
-Por que me trata assim?
-Assim como? - Perguntou Voldemort sem entender a conversa.
-Como se fosse sua.
-Ah, você é interessante, inteligente, bonita. - Ao mensionar a ultima palavra Voldemort segurou o queixo de Hermione e deu um beijo nela, um beijo delicado, demorado, o coração dela estava acelerado, acelerado de medo.
Draco entra na sala onde eles estavam.
-Desculpem, eu não queria...
Voldemort olhou para ele com uma fúria e Draco foi empurrado fortemente por uma força invisivel, caiu no chão da outra sala, e a porta se fechou, deixando Hermione e o Lord sozinhos.

Hermione riu.
-Por que está rindo? - Perguntou o Lord.
-Por nada.
Voldemort olhou bem para ela e viu a lembrança dela.
-Ele tentou te estuprar?
-sim! - respondeu secamente tentando segurar a voz de choro.

Alguem bateu na porta.
-Com liceça mestre. - Falou Bellatriz ajoelhando na frente dele. - Trouxe as vestes de Hermione.
-Ah sim, obrigado Bella. Por favor Hermione, vá se trocar.

Hermione saiu da sala, e esbarrou com Snape, ela abraçou Snape. Este a beijou.
-Me tira daqui, por favor.
-Me dê mais um tempo. Vá logo antes que ele nos veja.

Hermione subiu e foi até o quarto do Lord para se trocar. Estava esplendia, vestia um vestido branco com rendas, as sandálias de couro na cor salmão. parecia um anjinho. o guarda roupa dela estava lotado.

Voldemort entrou no quarto. - Vamos, vou te levar para um restaurante, vamos tomar café lá.

Voldemort segurou as delicadas mãos de Hermione e aparataram.
O restaurante era fino, a mesa era para dois. Sentaram e fizeram o pedido. 5 minutos depois entra Harry, Rony, Gina, Snape, Lupin, Tonks e Dumbledore. Todos frente a frente ao casal.

Dumbledore acenou que sim para Hermione e esta se levantou rapidamente em direção a Snape.

Voldemort pegou a varinha, mas foi em vão 7 contra 1. Rony, Gina, Snape, Tonks, Lupin e Dumbledore apontaram a varinha.
-Experliarmus. - A varinha de voldemort voou longe e ele caiu no chão junto com a cadeira.
-Avada kedavra! - Um jorro de luz verde disparou da ponta de sua varinha e atingiu Voldemort no peito, Harry Potter finalmente matara Voldemort.

Hermione não pensou duas vezes e beijou Snape calorosamente. Rony, Harry e Gina ficaram com cara de nojo. Tonks e Lupin se beijaram também. Dumbledore já sabia do relacionamento dos dois,e apenas deu um sorriso.
-Pois fique aqui. Tá?
Hermione acenou com a cabeça, bejiando Snape em seguida.

Snape saiu do quarto, minutos depois Bellatrix entra no quarto, Hermione se assusta.
-Calma garota, trouxe essas vestes, ou vc prefere usar essa roupa o dia todo? Aqui é o banheiro, tome banho e vista-se, daqui a uma hora terá o jantar.
Após se vestir, Snape aparece no quarto e se surpreende ao ver Hermione usando um vestido preto e decotado.
-Por que está usando isso?
-Bellatrix trouxe, e..
-Tire isso agora!
-POr que?
-Porque estou mandando.
Hermione achou melhor obedecer e trocou pela farda de Hogwarts.

Os dois desceram, Hermione viu tanta gente importante, e conhecida, muitos a olhavam com desprezo, outros com desejo.

-Severus e sua convidada especial, Hermione Granger. - Voldemort pronunciou o sobrenome dela como se fosse uma cobra falando - Muito bela, por sinal, pena que não está usando o vestido que mandei.
Snape sentiu ciumes e Mione demonstrou medo.

Depois do jantar Snape foi passar no banheiro deixando Vold e Mione sozinhos.

-Entendo por que Severus se apaixonou por você, consigo ler em sua mente.
Hermione olhou desconfiada e baixou os olhos pro tapete.
-Você é muito linda. - Voldemort se aproximou levantando o queixo da garota. - Muito mesmo.
-Eu sou de severus. - Falou Hermione quase num sussuro
-Eu sei, mas tudo o que é dele, me pertence também.
-Por favor, diga a severus que fui para o quarto, estou cansada.
Voldemort acenou que sim.
No Hall hermione se encontra com Draco.
-Sangue ruim, está do nosso lado, que ironia. - Draco pôs se a rir.
-Não estou desse lado seu idiota intrometido.
Draco pulou em cima de Hermione, ia espancá-la, não permitia que o chamasse assim, o ego não permitia.
ELa sacou a varinha contra ela.
-Experliamos.
ele voou longe.
-Não mexa comigo.
-E você, não mexa com ele. Cruci...- antes de o Sr.Malfoy terminar Snape entra na sala.
-Não toque nela.
-Não tenha tanta certeza disso.-Falou ameaçadoramente pra Snape, e olhando para hermione

-Parem! - Ordenou Voldemort.
Os malfoys sairam do hall.
-Snape, tenho uma missão para você.
-Desculpe vou ter que deixá-la, fique no quarto lá tem uma magia, quem entra lá só é eu e vc.

Na mansão de Voldemort, ficara apenas Voldemort, bellatriz, Hermione, e um elfo.

Hermione estava deitada na cama, quando bellatriz bate na porta.
-O mestre pediu que a chamasse.
-E onde ele está?
-No quarto. - Bellatriz respondeu com naturalidade
-ah tá! - Falou Hermione com uma tensão na voz.
No quarto de Vold
-Entre, minha jovem, Argh, ainda com essa farda nojenta, odeio a grifinória.
-Desculpe, eu apenas..
-eu sei, segue ordens de Severus.
-Sim, ele me pediu.
-E você sabe por quê?
-Talvez.
-Diga então.
-POr que ele tem ciumes e não gosta de me ver com decotes.
-Também, mas há outra coisa.
Hermione esperou.
-Porque ele tem medo que eu te use.
Hermione continuou calada.
-Você é linda, mas com essa roupa fica horrivel. Por que não tira ela?
-Ah, depois eu troco de roupa.
Voldemort estava sentado e ela se levantou de uma poltrona para sair, mas ele foi mais rapido.
-Ainda não te despensei.
Hermione ia se sentando quando ele disse.
-Fique em pé na minha fente, quero apreciar seu corpo.
Hermione ficou com medo, queria chorar.
-Por favor! - Ela pediu com voz de choro.
-Antes, tire esse casaco.
Hermione ficou parada na frente dele, e ele apenas a observava, sentado com as pernas cruzadas e um charuto na boca.
-Eu...eu..quero. - Falou hermione chorando.
-Shhh..- Voldemort largou o charuto numa mesa, se levantou e chegou perto de Hermione. - Que cheiro bom, hummm, faz tempo que não sinto cheiro de leite.
Hermione se arrupiou. Resolveu enfrentá-lo, virou as costas pra ele e ia saindo, quando este a segurou pela cintura.
-Calma! - Falou Vold lambendo o pescoço dela.
Hermione não sabia o que fazer. - para!
Voldemort, tirou o casaco dela, tocou nos seios dela por cima da blusa. desceu as mãos, passou pela barriga e quando ia chegando para entre as pernas, ela deu um leve gemido.
Ele retirou as mãos e virou ela para encarar face a face. Em seguida mirou nos seios dela e começou a abrir os botões da blusa dela. Ainda de sutiã, Vold passou a lingua na parte de cima dos seios.
Hermione quis afastar Vold, empurrou ele, mas este segurou os pulsos dela trazendo seu corpo a colar com o dele.
-Se você não ajudar, farei por mal.
Hermione abaixou o rosto, enquanto ele a tocava, ela não fazia nada. Ele tirou a saia dela, e deitou ela na cama.
Ele passava as mãos na coxa dela ao mesmo tempo que beijava, tirou o sutião, beijou o corpo dela, na hora de tirar a calcinha, para Hermione foi a gota d'água.
-Faça e eu juro que te mato.
Voldemor riu, riu bastante.
-Minha linda, você vai fazer 16. E ainda é virgem. Por favor.
-Mas não quero com você.
Essas palavras mataram Voldemort, mas não dava-se por vencido.
-Tudo bem, se você não dormir comigo, você não verá Severus.
-Duvido.

Voldemort se levantou e saiu do quarto.

Deu para escutar os gritos de dor de Snape. Snape enfrentou vários Crucios. Hermione quis sair do quarto, mas Vold pôs magia e ela encontrava presa nesse quarto.

Voldemort voltou sério.

-Seu namorado quase nos faz perder uma guerra. Eu só não mato ele por que ainda preciso dele. - Falou Vold explodindo de fúria.
-O que aconteceu?
-Se eu te contasse, teria que te matar primeiro.
Foi o suficiente para Hermione se calar.
-Quero sair do quarto e ver Severus.
-Não.
Na manhã de sabado Hermione sentiu vontade de se cortar enquanto tomava banho, mas se lembrou do professor gostoso e viu motivos para continuar viva.

Primeira aula do dia. Poções.

A aula de Snape foi normal, foi antipático com todo mundo e tirava pontos da grifinória.
Todos os alunos sairam, e Hermione ficou para conversar.

-Professor...
-Pode me chamar de Severus quando não tiver ninguem por perto.
-Quero me desculpar por ontem.
-Por que?
-Não sei. Acho que eu devia ter dito que eles queriam isso faz tempo.
-Como assim?
-Teve uma vez que me esbarrei com eles no corredor e eles disseram quem havia muitos meninos querendo me possuir.
-Esqueça, ele é igual ao pai, falam de sangue ruim que nunca fariam sexo com uma, mas na verdade fazem e até estupram.
-Como sabe disso? - Perguntou Hermione desconfiada.
-Não posso responder.
-Não confia em mim?
-Ele é um comensal.
Hermione sentiu calafrios.
Snape percebeu.
-Mione, não deixo nenhum deles tocar em você. Voldemort confia em mim. Se eu quiser você só pra mim, ele não permitirá nenhum outro possui-la.
Hermione sorriu e deu um abraço em Severus.
-Por que você é um deles?
Hermione ficou sem respostas.

Final de ano chegando, natal chegando, todo mundo arrumando as malas. Menos Hermione.

Hermione resolveu passar nas masmorras, mas não encontrou Severus, foi ao quanto dele e bateu na porta.

-Quem é?
-Sou eu.
Snape abriu a porta e usava um ropão longo e preto de cetin.
-Cheguei numa hora inoportuna?
-Não, entre.
A lareira aquecia o lugar, hermione viu a caixa de bombons e riu.
Virou para ele e deu um selinho, ele parou ela e deu um beijo de verdade, ela nunca havia beijado alguem daquele jeito. A lingua dele encontrava com a dela, ela estava excitada, percebendo isso ele se afastou dela.
-O que queria?
-Ah, queria saber se vai passar o natal aqui.
-Viajarei, por que?
-Por nada. - Falou cabisbaixa.
Ele levantou o queixo dela e perguntou de novo. - O que é?
-Passarei o natal aqui.
-ah tá.
-Nada demais.
-Sinto não poder levá-las mas são assuntos de Vc-Sabe quem.
-Então se alguem morrer, saberei de quem será a culpa. - Ela olhou para ele com raiva e saiu batendo a porta com força.

Na manhã seguinte soubera que ele havia deixado Hogwarts.

-TÉDIOOOOOOOOOOO.. - Falou gritando para si.

Só tem eu e as baratas de hogwarts.

Hermione foi a Hogsmead e lá havia a maior confusão, comensais matou a dona da dedos de mel, para avisar que o próximo lugar a ser atacado seria hogwarts.

-Nenhum lugar é seguro. Tudo está perdido. - Pensou.

O dia foi o pior do ano, havia tédio.

Na manhã seguinte o Profeta Diário estampava na capa. Luto: 1000 mortos na noite de ontem, a pior chacina do seculo.

Na sala de jantar haviam apenas 30 alunos e 3 professores. Minerva, Hagrid e Lupin.

Um alvoroço, 10 comensais entraram no refeitório, a correria tomou conta do refeitório. Ao sacar a varinha para um comensal, Hermione desmaiou com uma mágica verbal.

Acordou num quarto aconchegante porém escuro demais.

-Como está? - Essa era a voz de Snape.
Hermione abraçou seu professor.
-O que aconteceu? só lembro de ter a intenção de estuporar um comensal, mas desmaiei.
-Ah, eu fiz isso para não te machucarem, Lucio estava no meio.
-Onde estou?
-No meu quarto.
A expressão de Hermione continuava a demonstrar duvida.
-Essa é a casa de Voldemort? Ele está aqui?
-Claro.
Por impulso ela agarrou ele
-Não quero conhece-lo, ele me viu? sabe que estou aqui?
-Sabe sim, e te achou linda, disse que tenho bom gosto.
Hermione corou.
-Ele disse isso?
Snape acenou com a cabeça afirmando.
-Mas tenho medo, e ele pode me achar...
-Ele vai gostar de você. - Disse Snape rindo para Hermione.