- Tudo bem, também não digo o que desejei.
- Não vale!
- Por que?
- Porque não.
- Tá bem. Desejei que você e eu permanecessemos juntos, para sempre.
- Leu meus pensamentos? Professor Severus Snape?
Ambos riram.
- Que lindo, olha amor. - Hermione apontou para o céu.
Assistiram abraçados os fogos, um mais lindo que o outro.
- Nunca esquecerei esse momento.
Snape riu e beijou o rosto da jovem.
Após os fogos ambos deram uma volta, mas as pessoas começaram a ir embora até que decidiram ir também.
Ao chegar numa simples pousada, aparentemente desagradavel.
- Chegamos no Hotel.
- ah tá! tudo bem. - A voz de desapontamento de Hermione transpareceu totalmente.
Snape riu, mas Hermione nem percebeu.
- Pois não? - Disse uma mulher atrás do balção.
- Fiz uma reserva com o Nome Sverus Snape.
- Ah sim Sr.Snape, muito bem. Só preciso de documentos.
- Aqui estão.
- Aproveitem a estadia. - Disse a mulher
- Por favor, me acompanhem, mostrarei a Suíte. - Disse o homem que carrega carrega malas,
Entraram num armário de vassoras, o homem disse:
- SpSS (Suíte Presidenciasl Severus Snape)
Hermione ficou boquiaberta com o que viu.
- Nossa! Pensei que fosse um simples pousada.
- Obrigado. - Disse Snape ao Homem
- Você acha que deixaria você dormir em qualquer lugar?
- Owww, Amor, me desculpa, mas aqui é imenso, e você mandou buscar minbhas coisas? Obrigada!
- Não precisa agradecer. Quer dizer, se você quiser eu aceito.
- Sei muito bem o que vc quer.
- Sabe?
- Sei sim.
- Mesmo mesmo?
- sim, mesmo mesmo.
- E o que quero?
- Ah... - Hermione chegou mais perto de Snape. - O que será que meu professor de Poções mais gato de Hogwarts quer? hummm...que pergunta dificil.
Hermione se aproximava e Snape se afastava na medida em que ela colava o corpo dela ao dele, até que ele sentou na cama e ela colocou o joelho entre a perna dele.
-Será que terei de responder a essa pergunta?
- Claro que sim, ou vai querer desobedecer um professor de poções?
Hermione amou o jogo e parecia que Severus gostava ainda mais.
- Você quer que eu te toque aqui! Acertei? - Hermione abriu um pouco mais a perna de Snape se inclinando pra cima dele fazendo com que se deitasse, ao mesmo tempo que delicadamente a perna dela roçasse no pênis dele.
Snape a olhou com vontade de tê-la, olhou com malicia, olhou querendo muito mais que um simples roçado, mais que um simples toque.
- Quase acerta.
- Nossa, exigente. - Disse com malicia.
Snape tocou os seios de Hermione, abriu o vestido dela, tirou a alça e deixou apenas a parte de cima desnuda.
- Seus seios.
- O que tem eles?
- São tão lindos.
Hermione riu com ternura e começou a beijar Severus.
Ela parou e começou a desabotoar as vestes dele, a camisa que demonstrava o peitoral do mestre, e a calça que demonstrava a intimidade.
Hermione passou a lingua no pescoço dele, no peitoral liso, na barriga, até que ele a parou.
- Não quero que faça isso.
- O que? Não gosta?
- Sim, mas não quero que faça isso.
- Por que?
- Porque sinto prazer maior quando faço em você.
Hermione simplesmente se sentiu envergonhada.
- Desculpa. - Assim saiu de cima dele e começou a se vestir.
- Por que está se vestindo?
- Se acha que não te dou prazer diz logo. Sei que sou inexperiente. Você foi a unica pessoa com quem tive relacionemento desse tipo. Então se não te satisfaço porque ainda sei pouca coisa, diz logo tá?
- Para de criancice menina.
- Ah! Menina? Tá bem. Vou embora.
- Para! Você tá tomando atitudes precipitadas.
- Por que?
- POr que está sendo rápida demais em suas atitudes, agindo sem pensar.
- E precisa? Você praticamente me rejeitou.
- Não fiz isso. Só não quero a futura mãe dos meus filhos fazendo essas coisas.
- Preconceito?
- Não! Estou te preservando.
Hermione se calou, sabia que haviam doenças causadas por sexo oral, clamidea era uma.
- Tá bem! Mas perdi a vontade de fazer. - Hermione procurou seu pijama e foi dormir.
Passou uma hora desde a discussão. Severus admirava o luar da janela do quarto.
- Tudo estava tão perfeito. - Pensava Severus - Será que ela realmente me ama?
Hermione encontrava-se dormindo com seu pijama de ursinho.
-Ela ainda é uma criança, mesmo depois de tudo o que aconteceu.
Severus decidiu ir para o Pub do Hotel, quem sabe uma dose de uisque resolvesse alguma coisa.
Uma bela moça atrás do balção preparava um drinque para um Senhor que aparentava ter 60 anos.
- Um uisque por favor. - Severus pediu com um tom quase grosseiro.
A moça nada disse, apenas obedeceu.
- Que humor. - Falou o idoso.
- Rum. - Severus olhou para ele frio e depois voltou o olhar para o copo de uisque.
- Ahhhhhh...Me lembro quando era mais jovem. - Começou o idoso. - Há uns 15 anos atrás, quando Você-sabe-quem ainda era vivo e temido, passei a frequentar lugares maravilhosos, encontrava todo tipo de mulher, não me preocupava com nada, nem com a guerra, elas queriam meu dinheiro e você sabe, eu tinha tudo e todos.
Mas um dia senti que tudo havia mudado, um dia eu acordei num quarto de motel e percebi o quanto sou patético e só. Não percebi que havia pessoas que gostassem de mim, e ainda me amava, demorei muito para perceber. Me toquei qu não tinha filhos e não era casado. Eu tinha 45 anos e não tinha uma familia. Lembro que havia uma mocinha que sempre estava disposta a me ajudar, nunca tinha reparado o quanto ela se preocupava comigo, e tão linda, a pele, o cabelo, o olho, a boca, o cheiro, ahhhh o cheiro é inesquecivel, a nossa primeira noite. Ainda gosto dela.
- HUmm...E por que não está com ela? Brigou também?
- Quem dera fosse só isso. Está tarde tenho que voltar. - O velhinho foi se levantando, mas Severus impediu.
- O que aconteceu? - Perguntou Severus
- Um comensal a matou. Sabe, eu não sou um sangue puro, mas ela sim. Tentaram me matar, mas ela não permitiu e acabou morrendo. Você tem sorte de poder enverlhecer com alguem que te ama de verdade. Infelizmente, descobri o amor tarde demais, e cedo foi embora.
Severus estava chocado como uma simples história pode afetar a vida de uma pessoa, e o quanto alguem pode mudar o destino do outro.
- Olhe meu jovem, volte para ela e peça desculpas, não cometa o mesmo erro. - O idoso colocou o chapeu que a pouco estava em cima do balcão e saiu em passos lentos.
Tomando a ultima dose, Severus se levantou e subiu para o quarto.
Parecia mais bonita que a ultima vez, ela dormia tranquilamente, não querendo acorda-la, Severus foi se trocar no banheiro.
Ambos dormiram abraçadinhos.
Hermione acordou com o barulho do mar enquanto Severus dormia tranquilamente.
sábado, 23 de dezembro de 2006
Vésperas da virada do ano, já se passaram dois dias da entrega do prêmio de Snape. Hermione tinha roupa nova para usar no reveillon, assim como Snape que passou a usar roupas menos escuras e mais jovial.
Depois que conheceu Hermione, Snape mudou o corte de cabelo, o jeito de se vestir, o modo de tratar as pessoas, o modo de ver a vida, tudo mudou. Ele pensava em se casar com Hermione, pensava em ter filhos, pensava em construir um lar que ele tanto precisou quando era criança.
Refletiu como perdeu tanto tempo de sua juventude sendo Comensal da Morte, percebeu que isto não trouxe benéficio para sua vida. A vida toda foi infeliz e descontava nos alunos. Mas que um dia deixou ser amado por uma Grifinória, teimosa e irritante. E como amava esta mulher.
- Dumbledore, Posso entrar? - Perguntou Snape batendo na porta.
- Bom dia, dormiu bem?
- Sim, dormi muito bem.
- O que queres? - Perguntou Dumbledore acenando para que Severus sentasse numa poltrona.
- Quero que Hermione viaje hoje comigo para o Rio de Janeiro.
- Sério?
- Sim! Quero passar o Reveillon com ela na praia.
- Tudo bem, Filch toma conta do castelo, vou viajar para a China com Minerva.
- Ótimo, confirmarei com Hermione a viagem.
Snape vestia branco pela segunda vez na vida, a primeira vez que usou branco foi na igreja quando os pais biologicos levaram ele para ser batizado. O cabelo de Snape estava mais claro por que Hermione passou a comprar os xampus certo para ele.
Hermione descia as escadas de marmore de Hogwarts com seu vestido esvoaçante na cor branca, junto uma pulseira, um anel e um par de brincos de jade.
- Linda como sempre. - Falou Snape que aguardava no Hall. - Vamos? - Perguntou dando o braço.
- Pra você, sempre estou pronta.
Batiam exatamente dez horas da noite, faltavam duas horas para a virada do ano.
Aparataram. Hermione ficou encantada com um lugar tão lindo e totalmente diferente do que já vira. A brisa que batia no rosto era totalemnte diferente, mais quentinha. A praia, o barulho do mar, as pessoas bronzeada.
Tudo era muito novo ali.
Hermione olhou para Severus. - Uau! Que lugar é esse?
- Gostou? - Perguntou Severus a abraçando.
- Adorei. - Hermione deu um selinho.
- Pois, aqui é Copacabana.
- Uau, já me falaram daqui, mas não sabia que era tão bonito, olha esse lugar, ahhh, eu quero andar pela praia. Vamos? - Hermione pediu sem esperar uma resposta, pois já o puxava.
Hermione tirou as sandálias, ao mesmo tempo que andava em direção ao mar. A água do mar estava quentinha, mas quando a água voltava a brisa fria batia nos pés molhados.
- Ai, que gostoso. - Hermione falava olhando para os pés que afundava na areia.
- Amanhã a gente volta para banhar, o que acha?
- Ai, que perfeito. Mas onde vamos ficar?
- Não se preocupe.
- Tá bem.
- Olha, comprei algo pra vc. - Snape procurou no bolso e tirou uma caixinha de veludo.
- O que é? - Hermione olhou para ele rindo.
- Abra. - Severus estendeu o presente.
- Que linda!
- Deixe que eu coloco.
Hermione quase chora. Nas pontas dos pés, ela envolve os braços no pescoço dele e dá um beijo.
O presente foi uma linda pulseira de ouro com as iniciais SSHG e um coração no meio.
- Sabe qual foi o melhor persente que ganhei em toda a minha vida? - Perguntou Hermione
- Não.
- Você!
- Serio?
- Claro, andei pensando muito e vc foi a melhor coisa que me aconteceu. Me ajudou bastante em momentos dificeis, a morte dos meus pais, a luta contra Voldemort, a perda do meu bebe, vc sempre esteve ao meu lado. - Hermione não conteve as lagrimas
- Hermione, você também é muito importante para mim, vc é meu maior presente, vc tem algo que nem todo mundo dá.
- E o que é?
- Amor! Você me deu amor, me mostrou o que é felicidade, me ajudou a sair da solidão, e isso é dificil de se encontrar. As pessoas, não querem saber se você está bem, ou se precisa de ajuda, é dificil encontrar pessoas como você, que não tem medo de amar e nem de se entregar.
- Owww, Severus, não sabia que te dei tanto amor.
- Ah não, ainda quero mais amor.
Hermione riu.
- Te darei todo o amor do mundo. - Hermione o abraçou - E quero ter você ao meu lado para sempre.
Snape a beijou.
- Olhe Hermione, fata pouco para a virada do ano.
Hemione riu, Snape estava muito mudado. Ele a olhou com ternura.
Conjurou uma champagne e duas taças.
Snape entregou as taças para Hermione. Faltavam dez segundos para o Reveillon, Hermione fechou os olhos e fez um pedido "Desejo que Severus e eu sejamos marido e mulher em outras encarnações"
A rolha da Champagne saiu e Hermione se assutou. Severus serviu a champagne.
- O que pediu? - Perguntou Severus
- Ah, nada demais. - Respondeu envergonhada.
Depois que conheceu Hermione, Snape mudou o corte de cabelo, o jeito de se vestir, o modo de tratar as pessoas, o modo de ver a vida, tudo mudou. Ele pensava em se casar com Hermione, pensava em ter filhos, pensava em construir um lar que ele tanto precisou quando era criança.
Refletiu como perdeu tanto tempo de sua juventude sendo Comensal da Morte, percebeu que isto não trouxe benéficio para sua vida. A vida toda foi infeliz e descontava nos alunos. Mas que um dia deixou ser amado por uma Grifinória, teimosa e irritante. E como amava esta mulher.
- Dumbledore, Posso entrar? - Perguntou Snape batendo na porta.
- Bom dia, dormiu bem?
- Sim, dormi muito bem.
- O que queres? - Perguntou Dumbledore acenando para que Severus sentasse numa poltrona.
- Quero que Hermione viaje hoje comigo para o Rio de Janeiro.
- Sério?
- Sim! Quero passar o Reveillon com ela na praia.
- Tudo bem, Filch toma conta do castelo, vou viajar para a China com Minerva.
- Ótimo, confirmarei com Hermione a viagem.
Snape vestia branco pela segunda vez na vida, a primeira vez que usou branco foi na igreja quando os pais biologicos levaram ele para ser batizado. O cabelo de Snape estava mais claro por que Hermione passou a comprar os xampus certo para ele.
Hermione descia as escadas de marmore de Hogwarts com seu vestido esvoaçante na cor branca, junto uma pulseira, um anel e um par de brincos de jade.
- Linda como sempre. - Falou Snape que aguardava no Hall. - Vamos? - Perguntou dando o braço.
- Pra você, sempre estou pronta.
Batiam exatamente dez horas da noite, faltavam duas horas para a virada do ano.
Aparataram. Hermione ficou encantada com um lugar tão lindo e totalmente diferente do que já vira. A brisa que batia no rosto era totalemnte diferente, mais quentinha. A praia, o barulho do mar, as pessoas bronzeada.
Tudo era muito novo ali.
Hermione olhou para Severus. - Uau! Que lugar é esse?
- Gostou? - Perguntou Severus a abraçando.
- Adorei. - Hermione deu um selinho.
- Pois, aqui é Copacabana.
- Uau, já me falaram daqui, mas não sabia que era tão bonito, olha esse lugar, ahhh, eu quero andar pela praia. Vamos? - Hermione pediu sem esperar uma resposta, pois já o puxava.
Hermione tirou as sandálias, ao mesmo tempo que andava em direção ao mar. A água do mar estava quentinha, mas quando a água voltava a brisa fria batia nos pés molhados.
- Ai, que gostoso. - Hermione falava olhando para os pés que afundava na areia.
- Amanhã a gente volta para banhar, o que acha?
- Ai, que perfeito. Mas onde vamos ficar?
- Não se preocupe.
- Tá bem.
- Olha, comprei algo pra vc. - Snape procurou no bolso e tirou uma caixinha de veludo.
- O que é? - Hermione olhou para ele rindo.
- Abra. - Severus estendeu o presente.
- Que linda!
- Deixe que eu coloco.
Hermione quase chora. Nas pontas dos pés, ela envolve os braços no pescoço dele e dá um beijo.
O presente foi uma linda pulseira de ouro com as iniciais SSHG e um coração no meio.
- Sabe qual foi o melhor persente que ganhei em toda a minha vida? - Perguntou Hermione
- Não.
- Você!
- Serio?
- Claro, andei pensando muito e vc foi a melhor coisa que me aconteceu. Me ajudou bastante em momentos dificeis, a morte dos meus pais, a luta contra Voldemort, a perda do meu bebe, vc sempre esteve ao meu lado. - Hermione não conteve as lagrimas
- Hermione, você também é muito importante para mim, vc é meu maior presente, vc tem algo que nem todo mundo dá.
- E o que é?
- Amor! Você me deu amor, me mostrou o que é felicidade, me ajudou a sair da solidão, e isso é dificil de se encontrar. As pessoas, não querem saber se você está bem, ou se precisa de ajuda, é dificil encontrar pessoas como você, que não tem medo de amar e nem de se entregar.
- Owww, Severus, não sabia que te dei tanto amor.
- Ah não, ainda quero mais amor.
Hermione riu.
- Te darei todo o amor do mundo. - Hermione o abraçou - E quero ter você ao meu lado para sempre.
Snape a beijou.
- Olhe Hermione, fata pouco para a virada do ano.
Hemione riu, Snape estava muito mudado. Ele a olhou com ternura.
Conjurou uma champagne e duas taças.
Snape entregou as taças para Hermione. Faltavam dez segundos para o Reveillon, Hermione fechou os olhos e fez um pedido "Desejo que Severus e eu sejamos marido e mulher em outras encarnações"
A rolha da Champagne saiu e Hermione se assutou. Severus serviu a champagne.
- O que pediu? - Perguntou Severus
- Ah, nada demais. - Respondeu envergonhada.
Já passava da meia noite quando Severus se levantou, Hermione continuava dormindo sobre aquele tapete. Delicadamente, Severus a carregou para a cama, e a embrulhou.
- Te amo! - Severus beijou a testa de Hermione e foi para o banheiro tomar uma banho.
Depois do banho Severus continuou o trabalho.
Já era manhã quando Hermione acordou, estranhou que Severus não estivesse dormindo na cama com ela. Se enrolou no lençol e foi atrás dele no escritório.
Encontrou ele dormindo debruçado sobre anotações.
- Amorzinho!? Acorde!
- Ãh, Bom dia, dormiu bem?
- Melhor impossivel. - Falou Hermione com um sorriso malicioso no rosto. - Mas parece que vc não dormiu muito bem, não é verdade?
- Ah, só estou com dor nas costas. - Ele falou apontando pras costas.
- Venha pra cama, nada como uma massagem e uma dormida de verdade.
- Mas não posso dormir, tenho que terminar isto.
- è tanta anotação?
- Ahhh, eu já terminei tudo, só estou passando tudo a limpo.
- Oba, e por que toda essa preocupação?
- Porque faltam 12 pergaminohs.
- Nossa, mas é melhor você dormir um pouco, na hora do almoço eu te chamo, tá certo?
- Tá bom, você venceu. - Falou levantando da cadeira.
- Eba, vou almoçar com meu amor. - Hermione agarrou Severus pelo braço e conduziu para a cama. - Prontinho, agora se deite.
- Não precisa me tratar como criança.
- Não trato você como criança. Apenas o trato com zelo. - Hermione deu um selinho nele e saiu do quarto.
Hermione voltou para o quarto de Severus à uma da tarde com uma bandeija de refeições.
Bateu na porta e encontrou-o banhado e vestido.
- Já ia descer para almoçar.
- Não, não, eu trouxe o seu almoço e o meu também. - Hermione falou rindo.
Severus pegou a bandeja e colocou na mesa.
- Sente-se. - Snape indicou a mesa .
Depois da refeição Hermione deixou Severus trabalhar sozinho e foi passear por Hogwarts.
- Boa Tarde, Hermione.
- Boa tarde Dumbledore.
- Como foi o natal?
- Ah, foi ótimo e o seu.
- Perfeito, viajei com a Minerva depois da ceia.
- Ah sim, que legal.
- Ah, trouxe um presente. - Dumbledore fez aparecer um embrulho em suas mãos.
- Nossa, obrigada. - Hermione pulou em Dumbledore pra abraçá-lo.
- Não vai abrir?
Hermione começou a abrir o embrulho, era uma linda capa vermelha de veludo com capuz.(imaginem a capa da chapeuzinho vermelho)
- Nossa que lindo. - Hermione falou expermentando. - Obrigada, mais uma vez.
- De nada. - Falou Dumbledore sorrindo. - Onde está Severus? tenho um presente pra ele também.
- Ah, está trabalhando.
- Certo, então vou indo.
- Tá bom. - Hermione deu mais um abraço em Dumbledore e se virou rapidamente para ir embora, olhou pra trás e acenou.
Por onde passava, todos olhavam como Hermione estava mais bonita, aquela capa vermelha que representava a cor da grifinória, mas os sonserinos reparavam no lindo conjunto de brinco, colar e pulseira de esmeraldas que Hermione passou a usar. Alguns já desconfiavam da aproximação dela com Snape, a desculpa era os estudos, mas como muitos sabiam do temperamento dificil de Snape, ficavam nessa duvida. O que eles fazem no natal? essa era a duvida e fofoca de hogwarts.
No escritório de Snape:
- Trabalhando muito Severus?
- AH, sim. Tenho que terminar logo isto.
- Por que a pressa? - Penguntou Dumbledore já sabendo a resposta.
Snape ficou vermelho. - Pra passar mais tempo com.... Ah, você sabe.
Dumbledore riu. - Claro que sei.
- Trouxe um presente pra você da Itália. - Dumbledore fez aparecer um embrulho.
- Obrigado. - Severus recebeu e abriu.
- Espero que goste.
- Ah sim, adorei, - Severus tentou dar uma sorriso mas não conseguiu, odiou o presente.
- Sabe, essas cores são bonitas, talvez Hermione goste da mudança.
- Pode ser. - Severus pensou um pouco e talvez ela gostasse.
Severus ganhou uma camisa pólo da Armani, cor branca com listras na manga discreta na cor verde musgo, o tecido era leve e quente.
Trocou de camisa ali na frente de Dumbledore.
- E então?
- Essa calça social não combina Severus, e seus sapatos também não, mas você fica mais bonito.
Severus ficou vermelho.
- O que tenho que comprar então?
- Calça jeans e tênis.
- Roupa de trouxa? Nunca.
- Hum... vou pedir pra Minerva trazer jeans, tênis e mais camisas, acho que oito conjuntos já bastam.
- Mas, Dumbledore não precisa, gosto de preto, além do mais, no quero parecer um moleque.
- Que nada Severus, é comum pessoas da sua idade usar roupas esportivas, e você ficará com aparencia mais jovem, preto envelhece, sem falar que suas roupas são muito fechadas.
E olha que pelo que conheço, Minerva vai comprar pra hermione também.
- Òtimo, boa idéia, nem precisa comprar pra mim, compre pra ela, ela é sua filha. Vai amar.
Dumbledore deu um sorriso, quase que gargalhada.
- Verdade, ela é minha filha, vou vestir ela como uma princesa se quer saber, comprei uma capa pra ela usar nesse periodo de frio, com certeza ficará bela usando roupas da Lacoste, ou chanel. Acumulei muito dinheiro, gastar com vocês será uma boa, se importa de eu dar o casamento? Vocês só iriam se preocupar com a casa, com os filhos, essas coisas, já que sou o pai dela, o avó das crianças. - Dumbledore falava sonhando, parecia um menino, estava feliz que tinha uma familia, e teria netos.
- Tudo bem. - Snape dava gargalhadas. - Agradeço por tudo, e pelo presente.
- Eu que agradeço.
Dumbledore e Snape continuaram a conversar.
Finalmente chegara o dia de Severus se apresentar perante vários icones do mundo magico, e Severus finalmente ia mostrar a cura para osteoporose.
Lá estava ele mostrando que funcionava, falou das experiencias, da formula, de tudo.
Hermione muito elegante estava sentada a mesa de convidados, junto de Dumbledore, Minerva que chegara a pouco tempo de viagem, Hagrid, e outros convidados.
Muitos aplausos surgiram, e muita inveja por parte de alguns estudiosos de poções. Hermione aplaudia sem parar, Snape recebeu o prêmio Nobel após a explicação, desceu a escada do palco e se juntou aos convidados.
- Parabéns! Agora poderei me cuidar. - Disse Dumbledore sorrindo, e abraçando Severus ao mesmo tempo.
- Muito bem, tenho que confessar que você está de Parabéns. - Falou Minerva apertando a mão de Snape.
- É, vc revolucionou a medicina bruxa. - Falou Hagrid apertando com muita força a mão de Snape.
Snape olhou Hermione, não sabia o que fazer perante tantos bruxos importantes, se beijasse Hermione ali, Hogwarts não teria mais alunos para contar história. Então, sem reação e um olahndo para o outro, Hermione veio em direção de Severus e beijou o rosto dele.
- Parabéns! Meu amor. - Hermione falou mais perto de Severus e num sussuro quase inaudivel. Este apenas riu.
Após o jantar, todos aparatarem para o castelo de Hogwarts.
- Ah! Severus, Hermione. - Falou Minerva
- Sim!? - Os dois responderam.
- O presente de vocês dois está no quarto de Severus, amanhã me digam se gostarão, certo?
- Certo. - Falou Hermione
Severus apenas acenou que sim com a cabeça.
Dumbledore e Minerva se despediram do jovem casal.
- Você quer olhar os presentes agora? - Perguntou Severus com uma aparência cansada.
- Não, já são três da manhã, estou cansada.
- Tudo bem amor, até amanhã.
- Até!
- Te amo! - Severus beijou a testa de Hermione e foi para o banheiro tomar uma banho.
Depois do banho Severus continuou o trabalho.
Já era manhã quando Hermione acordou, estranhou que Severus não estivesse dormindo na cama com ela. Se enrolou no lençol e foi atrás dele no escritório.
Encontrou ele dormindo debruçado sobre anotações.
- Amorzinho!? Acorde!
- Ãh, Bom dia, dormiu bem?
- Melhor impossivel. - Falou Hermione com um sorriso malicioso no rosto. - Mas parece que vc não dormiu muito bem, não é verdade?
- Ah, só estou com dor nas costas. - Ele falou apontando pras costas.
- Venha pra cama, nada como uma massagem e uma dormida de verdade.
- Mas não posso dormir, tenho que terminar isto.
- è tanta anotação?
- Ahhh, eu já terminei tudo, só estou passando tudo a limpo.
- Oba, e por que toda essa preocupação?
- Porque faltam 12 pergaminohs.
- Nossa, mas é melhor você dormir um pouco, na hora do almoço eu te chamo, tá certo?
- Tá bom, você venceu. - Falou levantando da cadeira.
- Eba, vou almoçar com meu amor. - Hermione agarrou Severus pelo braço e conduziu para a cama. - Prontinho, agora se deite.
- Não precisa me tratar como criança.
- Não trato você como criança. Apenas o trato com zelo. - Hermione deu um selinho nele e saiu do quarto.
Hermione voltou para o quarto de Severus à uma da tarde com uma bandeija de refeições.
Bateu na porta e encontrou-o banhado e vestido.
- Já ia descer para almoçar.
- Não, não, eu trouxe o seu almoço e o meu também. - Hermione falou rindo.
Severus pegou a bandeja e colocou na mesa.
- Sente-se. - Snape indicou a mesa .
Depois da refeição Hermione deixou Severus trabalhar sozinho e foi passear por Hogwarts.
- Boa Tarde, Hermione.
- Boa tarde Dumbledore.
- Como foi o natal?
- Ah, foi ótimo e o seu.
- Perfeito, viajei com a Minerva depois da ceia.
- Ah sim, que legal.
- Ah, trouxe um presente. - Dumbledore fez aparecer um embrulho em suas mãos.
- Nossa, obrigada. - Hermione pulou em Dumbledore pra abraçá-lo.
- Não vai abrir?
Hermione começou a abrir o embrulho, era uma linda capa vermelha de veludo com capuz.(imaginem a capa da chapeuzinho vermelho)
- Nossa que lindo. - Hermione falou expermentando. - Obrigada, mais uma vez.
- De nada. - Falou Dumbledore sorrindo. - Onde está Severus? tenho um presente pra ele também.
- Ah, está trabalhando.
- Certo, então vou indo.
- Tá bom. - Hermione deu mais um abraço em Dumbledore e se virou rapidamente para ir embora, olhou pra trás e acenou.
Por onde passava, todos olhavam como Hermione estava mais bonita, aquela capa vermelha que representava a cor da grifinória, mas os sonserinos reparavam no lindo conjunto de brinco, colar e pulseira de esmeraldas que Hermione passou a usar. Alguns já desconfiavam da aproximação dela com Snape, a desculpa era os estudos, mas como muitos sabiam do temperamento dificil de Snape, ficavam nessa duvida. O que eles fazem no natal? essa era a duvida e fofoca de hogwarts.
No escritório de Snape:
- Trabalhando muito Severus?
- AH, sim. Tenho que terminar logo isto.
- Por que a pressa? - Penguntou Dumbledore já sabendo a resposta.
Snape ficou vermelho. - Pra passar mais tempo com.... Ah, você sabe.
Dumbledore riu. - Claro que sei.
- Trouxe um presente pra você da Itália. - Dumbledore fez aparecer um embrulho.
- Obrigado. - Severus recebeu e abriu.
- Espero que goste.
- Ah sim, adorei, - Severus tentou dar uma sorriso mas não conseguiu, odiou o presente.
- Sabe, essas cores são bonitas, talvez Hermione goste da mudança.
- Pode ser. - Severus pensou um pouco e talvez ela gostasse.
Severus ganhou uma camisa pólo da Armani, cor branca com listras na manga discreta na cor verde musgo, o tecido era leve e quente.
Trocou de camisa ali na frente de Dumbledore.
- E então?
- Essa calça social não combina Severus, e seus sapatos também não, mas você fica mais bonito.
Severus ficou vermelho.
- O que tenho que comprar então?
- Calça jeans e tênis.
- Roupa de trouxa? Nunca.
- Hum... vou pedir pra Minerva trazer jeans, tênis e mais camisas, acho que oito conjuntos já bastam.
- Mas, Dumbledore não precisa, gosto de preto, além do mais, no quero parecer um moleque.
- Que nada Severus, é comum pessoas da sua idade usar roupas esportivas, e você ficará com aparencia mais jovem, preto envelhece, sem falar que suas roupas são muito fechadas.
E olha que pelo que conheço, Minerva vai comprar pra hermione também.
- Òtimo, boa idéia, nem precisa comprar pra mim, compre pra ela, ela é sua filha. Vai amar.
Dumbledore deu um sorriso, quase que gargalhada.
- Verdade, ela é minha filha, vou vestir ela como uma princesa se quer saber, comprei uma capa pra ela usar nesse periodo de frio, com certeza ficará bela usando roupas da Lacoste, ou chanel. Acumulei muito dinheiro, gastar com vocês será uma boa, se importa de eu dar o casamento? Vocês só iriam se preocupar com a casa, com os filhos, essas coisas, já que sou o pai dela, o avó das crianças. - Dumbledore falava sonhando, parecia um menino, estava feliz que tinha uma familia, e teria netos.
- Tudo bem. - Snape dava gargalhadas. - Agradeço por tudo, e pelo presente.
- Eu que agradeço.
Dumbledore e Snape continuaram a conversar.
Finalmente chegara o dia de Severus se apresentar perante vários icones do mundo magico, e Severus finalmente ia mostrar a cura para osteoporose.
Lá estava ele mostrando que funcionava, falou das experiencias, da formula, de tudo.
Hermione muito elegante estava sentada a mesa de convidados, junto de Dumbledore, Minerva que chegara a pouco tempo de viagem, Hagrid, e outros convidados.
Muitos aplausos surgiram, e muita inveja por parte de alguns estudiosos de poções. Hermione aplaudia sem parar, Snape recebeu o prêmio Nobel após a explicação, desceu a escada do palco e se juntou aos convidados.
- Parabéns! Agora poderei me cuidar. - Disse Dumbledore sorrindo, e abraçando Severus ao mesmo tempo.
- Muito bem, tenho que confessar que você está de Parabéns. - Falou Minerva apertando a mão de Snape.
- É, vc revolucionou a medicina bruxa. - Falou Hagrid apertando com muita força a mão de Snape.
Snape olhou Hermione, não sabia o que fazer perante tantos bruxos importantes, se beijasse Hermione ali, Hogwarts não teria mais alunos para contar história. Então, sem reação e um olahndo para o outro, Hermione veio em direção de Severus e beijou o rosto dele.
- Parabéns! Meu amor. - Hermione falou mais perto de Severus e num sussuro quase inaudivel. Este apenas riu.
Após o jantar, todos aparatarem para o castelo de Hogwarts.
- Ah! Severus, Hermione. - Falou Minerva
- Sim!? - Os dois responderam.
- O presente de vocês dois está no quarto de Severus, amanhã me digam se gostarão, certo?
- Certo. - Falou Hermione
Severus apenas acenou que sim com a cabeça.
Dumbledore e Minerva se despediram do jovem casal.
- Você quer olhar os presentes agora? - Perguntou Severus com uma aparência cansada.
- Não, já são três da manhã, estou cansada.
- Tudo bem amor, até amanhã.
- Até!
Hermione não escutava a musica, não via as luzes, toda a concentração dela estava voltada para o corpo, e o cheiro de Severus Snape. Aquele momento era unico, a primeira valsa. O toque da mão dele nas costas dela, deixava-a arrupiada, o calor que aquelas mãos provocavam, Hermione estava totalmente relaxada com o rosto encostado em Severus.
- Te amo! - Essa foi a unica palavra dita por Hermione durante toda a valsa.
Ao ouvir isso, Snape tirou a mão da cintura de Hermione e acariciou os cabelos dela, era uma verdadeira massagem, o peito de Hermione se encheu, ela sentia o amor complementando a vida dela.
Outra musica começou a tocar, Snape seguia o ritmo lento, a mão que a pouco estava nas costas de Hermione, agora pousa sobre o ombro dela, Snape baixou a alça do vestido, e ali mesmo deu leves beijos. Baixou o outro lado e deu o mesmo beijo.
Olhou nos olhos de Hermione, esta se aproximou de Snape e deu um leve beijo em sua boca. Snape soltou as duas alças do vestido, e a seda caiu no chão mostrando todo o corpo curvilineo de Hermione, os seios estavam a mostra, a calcinha era na cor preta.
Snape contemplou o corpo dela, beijou delicadamente os seios, a barriga, e se ajoelhou, abraçou Hermione ainda ajoelhado e encostou o ouvido na barriga dela, era macia aquela barriguinha, era quentinha, Hermione acariciou os cabelos macios e cortados de Severus.
Hermione se ajoelhou para olhar Severus, e poder beijá-lo. Ele tirou a camisa com a ajuda dela, tirou a meia, a calça, e ficou só de cueca.
Os dois tomaram vinho contemplando o corpo um do outro, comeram queijo, conversaram..
- Te acho tão linda, não sei o que viu em mim. - Snape contemplava aquele corpo pálido, os seios rosados, aquele colar de ouro branco com esmeraldas que realçavam ainda mais a brancura de Hermione, e a beleza. - Essa cor realça a sua beleza. - Snape falou segurando o colar que consequentemente suas mãos tocavam a região dos seios.
Hermione se excitou um pouco e Snape percebeu.
- Vi um homem inteligente, bonito, charmoso, interessante, misterioso. - Cada palavra era dita lentamente, enquanto Hermione enrolava o dedo no colar, e isso chamou a atenção de Severus.
Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus.
Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus
Enquanto beijava Hermione, Snape acariciava a barriga dela. A mão dele que estava gelada por causa do vinho, causava em Hermione um arrupio, uma excitação.
Snape derramou um pouco de vinho na barriga de Hermione e começou a passar a lingua, desceu e retirou a calcinha de Hermione com a boca, beijou as cochas dela, os joelhos, as pernas, os pés.
Ele abriu as pernas dela e começou a massagear a parte interna das cochas, começou perto do joelho, e foi subindo, e a cada subido ele colocava mais leveza na mão, deixando-a excitada a ponto de deixá-la fazer movimentos eróticos, como uma cobra. Ela gemia, segurou a mão dele para que ele colocasse a mão onde devia, mas ele não permitia, e isso a deixava mais excitada, mais aguniada, querendo mais. Até que Snape finalmente massageou a região que estava ansiosa, que estava excitada querendo ser tocada. Snape estava com o pau duro, doido pra possuir Hermione, mas se segurou. Passou a lingua, chupou, masturbou colocando o dedo nela. Até que finalmente baixou a cueca e enfiou, possuiu ela, Hermione e Snape gemiam alto, foi um sexo excelente, fazia muito tempo que eles não trocavam caricias, fazia muito tempo que eles não tinahm uma noite de amor, fazia tempo, e esse tempo matavam os dois de ansiedade, maldita Hogwarts e seus alunos.
Ambos adormeceram naquela sala.
- Te amo! - Essa foi a unica palavra dita por Hermione durante toda a valsa.
Ao ouvir isso, Snape tirou a mão da cintura de Hermione e acariciou os cabelos dela, era uma verdadeira massagem, o peito de Hermione se encheu, ela sentia o amor complementando a vida dela.
Outra musica começou a tocar, Snape seguia o ritmo lento, a mão que a pouco estava nas costas de Hermione, agora pousa sobre o ombro dela, Snape baixou a alça do vestido, e ali mesmo deu leves beijos. Baixou o outro lado e deu o mesmo beijo.
Olhou nos olhos de Hermione, esta se aproximou de Snape e deu um leve beijo em sua boca. Snape soltou as duas alças do vestido, e a seda caiu no chão mostrando todo o corpo curvilineo de Hermione, os seios estavam a mostra, a calcinha era na cor preta.
Snape contemplou o corpo dela, beijou delicadamente os seios, a barriga, e se ajoelhou, abraçou Hermione ainda ajoelhado e encostou o ouvido na barriga dela, era macia aquela barriguinha, era quentinha, Hermione acariciou os cabelos macios e cortados de Severus.
Hermione se ajoelhou para olhar Severus, e poder beijá-lo. Ele tirou a camisa com a ajuda dela, tirou a meia, a calça, e ficou só de cueca.
Os dois tomaram vinho contemplando o corpo um do outro, comeram queijo, conversaram..
- Te acho tão linda, não sei o que viu em mim. - Snape contemplava aquele corpo pálido, os seios rosados, aquele colar de ouro branco com esmeraldas que realçavam ainda mais a brancura de Hermione, e a beleza. - Essa cor realça a sua beleza. - Snape falou segurando o colar que consequentemente suas mãos tocavam a região dos seios.
Hermione se excitou um pouco e Snape percebeu.
- Vi um homem inteligente, bonito, charmoso, interessante, misterioso. - Cada palavra era dita lentamente, enquanto Hermione enrolava o dedo no colar, e isso chamou a atenção de Severus.
Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus.
Snape mergulhou o dedo no vinho e umideceu os seios de Hermione, ao fazer isso lambeu. Enquanto a lingua dele brincava, Hermione acariciava as costas de Severus
Enquanto beijava Hermione, Snape acariciava a barriga dela. A mão dele que estava gelada por causa do vinho, causava em Hermione um arrupio, uma excitação.
Snape derramou um pouco de vinho na barriga de Hermione e começou a passar a lingua, desceu e retirou a calcinha de Hermione com a boca, beijou as cochas dela, os joelhos, as pernas, os pés.
Ele abriu as pernas dela e começou a massagear a parte interna das cochas, começou perto do joelho, e foi subindo, e a cada subido ele colocava mais leveza na mão, deixando-a excitada a ponto de deixá-la fazer movimentos eróticos, como uma cobra. Ela gemia, segurou a mão dele para que ele colocasse a mão onde devia, mas ele não permitia, e isso a deixava mais excitada, mais aguniada, querendo mais. Até que Snape finalmente massageou a região que estava ansiosa, que estava excitada querendo ser tocada. Snape estava com o pau duro, doido pra possuir Hermione, mas se segurou. Passou a lingua, chupou, masturbou colocando o dedo nela. Até que finalmente baixou a cueca e enfiou, possuiu ela, Hermione e Snape gemiam alto, foi um sexo excelente, fazia muito tempo que eles não trocavam caricias, fazia muito tempo que eles não tinahm uma noite de amor, fazia tempo, e esse tempo matavam os dois de ansiedade, maldita Hogwarts e seus alunos.
Ambos adormeceram naquela sala.
O resto do dia foi calmo, Hermione foi para o quarto ler livros que Severus emprestava sobre artes das trevas.
Enquanto isso Severus precisava ganhar tempo para mostrar os relátorios sobre sua nova criação, e assim ganhar o premio Nobel que além de reputação, ganharia milhões de galeões.
Hermione terminou de se arrumar, os cabelos estavam soltos e secos, a maquiagem era leve, o vestido era de seda na cor preta, a frente era decotado, as costas era nua, até a cintura, finalizada por um belo laço do mesmo material.
A sandália era preta com um saltinho. Nas mãos usava dois anéis, um de noitado, o outro de esmeralda, assim como os brincos e a pulseira que eram de ouro branco e esmeraldas.
Pegou o vinho, o queijo e foi em direção aos aposentos do amado.
Eram exatamente 8:45 quando Hermione entrou sorrateiramente pelos aposentos de Severus. Ele estava no banho.
A sala estava impecavel, Severus sempre foi arrumado, e isso facilitou o trabalho de Hermione.
Em 5 minutos tudo estava arrumado.
O vinho e o queijo prontos para serem consumido, um tapete vermelho ocupando a sala, com várias almofadas vermelhas. As cortinas fechadas, velas espalhadas pela sala, a lareira acesa, tudo perfeito para uma noite perfeita.
Hermione sentiu o cheiro do perfume de Severus, era inconfundivel, com certeza.
Rapidamente com um aceno na varinha Hermione apagou tudo, a lareira, as velas.
Snape saiu do quarto, estranhou a sala escura, algo fofo nos pés(tapete), quando pensou em pegar a varinha, Hermione acendeu tudo.
- Surpresa!!!! - Hermione riu do espanto de Severus.
- Nossa! Amei a surpresa. - Severus se aproximou de Hermione, mas essa interveio.
- Não!
- O que?
- Nada de colocar os sapatos no tapete. Fique só de meia!
Snape amou a idéia.
- E você não vai tirar as sandálias?
- Silencio! Agora sente aqui.
- Claro minha rainha.
Hermione sorriu inocentemente para Severus. Aproximou dele.
- Agora, tire minha sandália! - Hermione esticou o pé direito.
Snape tirou lentamente tocando os pés de Hermione, querendo beijá-los, mas Hermione tirou.
- Ainda não! - E assim esticou o outro pé.
Após essa brincadeira, Hermione sentou ao lado de Severus.
- Tenho um presente para você.
Hermione se esticou o pegou o vinho e as taças.
- Nossa, amo esse vinho, obrigado Hermione.
- Quero outra forma de agradecimento.
Severus riu maliciosamente. Chegou perto de Hermione, mas ela o afastou.
- Não falo disso.
- E o que é? - Perguntou curioso.
- Dança comigo? Você sabe dançar, não sabe?
- Um pouco, depende da musica.
- Valsa.
Snape quase se engasga.
- Não sei.
- Mas eu ouvi o Dumbledore.
- Esqueça o que esse velho disse. - Snape falou grosseiramente assutando Hermione.
- Desculpa, não precisa dançar. - Os olhos de Hermione marejaram.
- Eu que peço desculpas. Eu não sei dançar valsa.
- E por que me tratou daquele jeito?
- No meu primeiro baile chamei a Lilian Potter para dançar valsa comigo, ela aceitou apenas uma dança, por asar pisei no pé dela com muita força, ela fez escandalo, Thiago Potter achou que eu estava machucando, então me deu um soco e fiquei 3 dias desacordado.
- Nossa, então tem medo de pisar no meu pé, e de eu dar escandalo?
- É! - Falou Snape se sentindo infaltil.
Hermione teve uma crise de riso.
- Você está descalço, não tem como me machucar.
Snape fitou os próprios pés, se levantou.
- Concedereia a honra dessa dança? - Snape falou estendendo a mão para a jovem Hermione.
- Claro! - Hermione pousou a mão sobre a mãso de Severus, e assim foi guiada para o meio da sala.
Snape apontou a varinha para a vitrola, e a valsa começou.
Enquanto isso Severus precisava ganhar tempo para mostrar os relátorios sobre sua nova criação, e assim ganhar o premio Nobel que além de reputação, ganharia milhões de galeões.
Hermione terminou de se arrumar, os cabelos estavam soltos e secos, a maquiagem era leve, o vestido era de seda na cor preta, a frente era decotado, as costas era nua, até a cintura, finalizada por um belo laço do mesmo material.
A sandália era preta com um saltinho. Nas mãos usava dois anéis, um de noitado, o outro de esmeralda, assim como os brincos e a pulseira que eram de ouro branco e esmeraldas.
Pegou o vinho, o queijo e foi em direção aos aposentos do amado.
Eram exatamente 8:45 quando Hermione entrou sorrateiramente pelos aposentos de Severus. Ele estava no banho.
A sala estava impecavel, Severus sempre foi arrumado, e isso facilitou o trabalho de Hermione.
Em 5 minutos tudo estava arrumado.
O vinho e o queijo prontos para serem consumido, um tapete vermelho ocupando a sala, com várias almofadas vermelhas. As cortinas fechadas, velas espalhadas pela sala, a lareira acesa, tudo perfeito para uma noite perfeita.
Hermione sentiu o cheiro do perfume de Severus, era inconfundivel, com certeza.
Rapidamente com um aceno na varinha Hermione apagou tudo, a lareira, as velas.
Snape saiu do quarto, estranhou a sala escura, algo fofo nos pés(tapete), quando pensou em pegar a varinha, Hermione acendeu tudo.
- Surpresa!!!! - Hermione riu do espanto de Severus.
- Nossa! Amei a surpresa. - Severus se aproximou de Hermione, mas essa interveio.
- Não!
- O que?
- Nada de colocar os sapatos no tapete. Fique só de meia!
Snape amou a idéia.
- E você não vai tirar as sandálias?
- Silencio! Agora sente aqui.
- Claro minha rainha.
Hermione sorriu inocentemente para Severus. Aproximou dele.
- Agora, tire minha sandália! - Hermione esticou o pé direito.
Snape tirou lentamente tocando os pés de Hermione, querendo beijá-los, mas Hermione tirou.
- Ainda não! - E assim esticou o outro pé.
Após essa brincadeira, Hermione sentou ao lado de Severus.
- Tenho um presente para você.
Hermione se esticou o pegou o vinho e as taças.
- Nossa, amo esse vinho, obrigado Hermione.
- Quero outra forma de agradecimento.
Severus riu maliciosamente. Chegou perto de Hermione, mas ela o afastou.
- Não falo disso.
- E o que é? - Perguntou curioso.
- Dança comigo? Você sabe dançar, não sabe?
- Um pouco, depende da musica.
- Valsa.
Snape quase se engasga.
- Não sei.
- Mas eu ouvi o Dumbledore.
- Esqueça o que esse velho disse. - Snape falou grosseiramente assutando Hermione.
- Desculpa, não precisa dançar. - Os olhos de Hermione marejaram.
- Eu que peço desculpas. Eu não sei dançar valsa.
- E por que me tratou daquele jeito?
- No meu primeiro baile chamei a Lilian Potter para dançar valsa comigo, ela aceitou apenas uma dança, por asar pisei no pé dela com muita força, ela fez escandalo, Thiago Potter achou que eu estava machucando, então me deu um soco e fiquei 3 dias desacordado.
- Nossa, então tem medo de pisar no meu pé, e de eu dar escandalo?
- É! - Falou Snape se sentindo infaltil.
Hermione teve uma crise de riso.
- Você está descalço, não tem como me machucar.
Snape fitou os próprios pés, se levantou.
- Concedereia a honra dessa dança? - Snape falou estendendo a mão para a jovem Hermione.
- Claro! - Hermione pousou a mão sobre a mãso de Severus, e assim foi guiada para o meio da sala.
Snape apontou a varinha para a vitrola, e a valsa começou.
Subiu as escadas. Parou na porta da sala de Dumbledore.
- Com licença. - Hermione entrou aos poucos na sala.
- Ah! sim, o que queres?
- Uma autorização para comprar bebida.
- Tão nova e já pensa em beber?
Hermione riu. - Não, não é isso. Quero presentear Severus.
- Ah! sim. - Dumbledore pegou a pena mergulhou na tina e escreveu num pedaço de papel.
- Espero que faço uma boa escolha.
- Sim, pode deixar.
Hermione estava no beco diagonal procurando algum presente para Severus. Entrou numa loja de queijos e vinhos.
- Vouz désirez, madame? - Um homem elegante perguntou admirando a jovem a sua frente.
- O que disse? - perguntou Hermione
- O que a senhora deseja? - Perguntou o jovem francês de 24 anos a sua frente.
- Ah...eu...eu...desejo - Hermione gaguejou com a beleza do jovem. - Um cabernet sauvignon e queijo Gorgonzola.
- Tem permissão para comprar vinhos ou já é de maior?
- Ah, está aqui a permissão.
- Quer ajuda ou prefere escolher sozinha?
- Ah, ajudar seria bom.
- Esse carbenet é excelente, acompanhado desse queijo aqui.
- Muitos compram?
- Ah! Poucos, é um conjunto muito caro. Poucos conseguem comprar. Apesar de caro.
- Quanto custa?
- Os dois saem por 900.
Hermione realmente não esperava isso tudo.
- Só tenho 500 no meu cartão. - Pensou Hermione.
- Sinto muito, mas não dá.
- Mostre-me outras opções acessiveis. Tenho 500.
Hermione andou mais um pouco e esbarrou em alguem.
- Lupin?
- Hermione? O que faz aqui? está sozinha? Onde está Severus?
- Calma, um pergunta de cada vez. - Hermione sorriu. Claro que estou comprando vinho.
- Você tem autorização?
- Do meu pai.
- Não entendi.
- Dumbledore me adotou.
- Nossa. Parabéns. - Lupin a abraçou. - Onde está Severus?
- Trabalhando, estou comprando um vinho pra presentea-lo.
- Por que não me chamou, eu sei qual vinho e queijo ele adora.
- Sério?
- Sério! Olha, ele prefere cabernet sauvignon e queijo gorgonzola.
- Eu sei, mas não sei a marca.
- Ahhh, sim. Você tem Tarapacá?
- Chileno?
- Sim, quanto custa?
- 800. - O Francês olhou para Hermione. - Ah, desculpe pelo equivoco, custa 400.
- Quanto tem Hermione? posso te ajudar.
- Não Lupin, obrigada, quero que me ajude a escolher o queijo.
- Esta marca aqui.
- Quantas gramas?
- 200 gramas.
- Espero que minha ajuda tenha servido. Tenho que ir, já fiz minhas compras. - Lupin pegou duas sacolas no balcão.
- Obrigada. Feliz Natal!
- Obrigado Hermione, Feliz Natal.
Depois que Lupin saiu, o francês voltou.
- O vinho e o queijo já estão no balcão.
- Ah! Não entendi por que você disse que custava 400.
- Oras apenas agradeça.
- Não, não vou levar um vinho que custa o dobro.
- Senhorita, não discuta. Tenho certeza que seu pai vai adorar.
Hermione ficou vermelha. - Vamos fazer o seguinte, na outra semana você volta e janta comigo. Que tal?
- Não.
- Por que?
- Esse vinho não é pro meu pai. É pro meu namorado.
Ele fitou-a por um tempo.
- Nossa e você quer levar um vinho pra um garoto, ainda mais um vinho caro. Que sacrificio.
- Ele não é um garoto, e ele vale mais do que todos os vinhos reunidos nessa loja. - Hermione se irritou.
- Me dê seu cartão. - O rapaz tomou da mão dela e entregou pro balconista passar. - Sem discurssão, não precisa vir jantar comigo, é um presente.
- Mas eu não quero levar.
- Mas ele já passou. A senha?
- Ah você colocou 400 do vinho e 30 do queijo?
- Não senhor, o senhor não avisou. - Falou o balconista.
Hermione já tinha colocado a senha e confirmado, o papel saiu normalmente.
- Você disse que tinha apenas 500?
- Acho que acrescentaram a minha conta. - Falou Hermione pasmada.
- Está bem. Volte sempre - O Francês olhou maliciosamente, entregou as sacolas e desejou um feliz natal.
Hermione saiu daquela loja um pouco feliz por ter comprado vinho pro seu amor.
Chegou em Hoqwarts, guardou o vinho e o queijo.
Trocou de roupa e caiu na cama.
Hermione acordou com um humor incrivel, estava feliz e já era Natal, recebeu cartas dos amigos, era de se esperar que não recebesse presente, Severus andava muito ocupado, Dumbledore poderia ter coisas mais importantes para fazer.
Não se importou muito com coisas tolas. Depois de ler as cartas dos amigos, Hermione resolveu escrever para eles também. Após dispachar a coruja, Hermione foi tomar um banho, parecia mais uma meditação, um momento de relaxamento, aquela água quentinha caindo sobre o corpo dela. Tão relaxante, poderia até dormir no banheiro, mas a fome fez com que ela saisse mais rápido daquele momento.
Vestiu uma calça jeans, uma bota, uma camisa de frio, um casaco, e desceu para o refeitório.
Havia alguns alunos, a mesa dos professores estavam vazias. Tomou um chocolate quente, nada melhor para aquecer o corpo num dia de inverno.
Não havia muita coisa a fazer em Hogwarts, lembrou de Hagrid, um amigo que não via há algum tempo.
Bateu na porta mas foi em vão.
- Ele não está! - Severus olhou para ela, ele estava parado com as mãos no bolso esperando alguma atitude dela. - Viajou.
- Oi Severus, Feliz Natal! - Hermione aproximou para abraça-lo.
- Não!
- O Que?
- Há alunos acordados, não reparou?
- Ah, desculpa. - Hermione baixou os olhos por se sentir estupida e envergonhada.
- Feliz Natal!
Hermione olhou pra ele e sorriu.
- Vai trabalhar hoje a noite?
- Não sei. Ainda falta alguns pergaminhos para terminar.
- Se não for pedir muito, eu queria passar uma horinha com você.
Severus riu.
- Está bem. As 9 horas nos meus aposentos.
Severus esperou que ela passasse na frente, ao fazer isso Hermione apenas tocou na mão dele, já que não podia beijá-lo.
Essa distancia, essa ansia por querer os beijos e os toques, deixavam-nos excitados.
- Com licença. - Hermione entrou aos poucos na sala.
- Ah! sim, o que queres?
- Uma autorização para comprar bebida.
- Tão nova e já pensa em beber?
Hermione riu. - Não, não é isso. Quero presentear Severus.
- Ah! sim. - Dumbledore pegou a pena mergulhou na tina e escreveu num pedaço de papel.
- Espero que faço uma boa escolha.
- Sim, pode deixar.
Hermione estava no beco diagonal procurando algum presente para Severus. Entrou numa loja de queijos e vinhos.
- Vouz désirez, madame? - Um homem elegante perguntou admirando a jovem a sua frente.
- O que disse? - perguntou Hermione
- O que a senhora deseja? - Perguntou o jovem francês de 24 anos a sua frente.
- Ah...eu...eu...desejo - Hermione gaguejou com a beleza do jovem. - Um cabernet sauvignon e queijo Gorgonzola.
- Tem permissão para comprar vinhos ou já é de maior?
- Ah, está aqui a permissão.
- Quer ajuda ou prefere escolher sozinha?
- Ah, ajudar seria bom.
- Esse carbenet é excelente, acompanhado desse queijo aqui.
- Muitos compram?
- Ah! Poucos, é um conjunto muito caro. Poucos conseguem comprar. Apesar de caro.
- Quanto custa?
- Os dois saem por 900.
Hermione realmente não esperava isso tudo.
- Só tenho 500 no meu cartão. - Pensou Hermione.
- Sinto muito, mas não dá.
- Mostre-me outras opções acessiveis. Tenho 500.
Hermione andou mais um pouco e esbarrou em alguem.
- Lupin?
- Hermione? O que faz aqui? está sozinha? Onde está Severus?
- Calma, um pergunta de cada vez. - Hermione sorriu. Claro que estou comprando vinho.
- Você tem autorização?
- Do meu pai.
- Não entendi.
- Dumbledore me adotou.
- Nossa. Parabéns. - Lupin a abraçou. - Onde está Severus?
- Trabalhando, estou comprando um vinho pra presentea-lo.
- Por que não me chamou, eu sei qual vinho e queijo ele adora.
- Sério?
- Sério! Olha, ele prefere cabernet sauvignon e queijo gorgonzola.
- Eu sei, mas não sei a marca.
- Ahhh, sim. Você tem Tarapacá?
- Chileno?
- Sim, quanto custa?
- 800. - O Francês olhou para Hermione. - Ah, desculpe pelo equivoco, custa 400.
- Quanto tem Hermione? posso te ajudar.
- Não Lupin, obrigada, quero que me ajude a escolher o queijo.
- Esta marca aqui.
- Quantas gramas?
- 200 gramas.
- Espero que minha ajuda tenha servido. Tenho que ir, já fiz minhas compras. - Lupin pegou duas sacolas no balcão.
- Obrigada. Feliz Natal!
- Obrigado Hermione, Feliz Natal.
Depois que Lupin saiu, o francês voltou.
- O vinho e o queijo já estão no balcão.
- Ah! Não entendi por que você disse que custava 400.
- Oras apenas agradeça.
- Não, não vou levar um vinho que custa o dobro.
- Senhorita, não discuta. Tenho certeza que seu pai vai adorar.
Hermione ficou vermelha. - Vamos fazer o seguinte, na outra semana você volta e janta comigo. Que tal?
- Não.
- Por que?
- Esse vinho não é pro meu pai. É pro meu namorado.
Ele fitou-a por um tempo.
- Nossa e você quer levar um vinho pra um garoto, ainda mais um vinho caro. Que sacrificio.
- Ele não é um garoto, e ele vale mais do que todos os vinhos reunidos nessa loja. - Hermione se irritou.
- Me dê seu cartão. - O rapaz tomou da mão dela e entregou pro balconista passar. - Sem discurssão, não precisa vir jantar comigo, é um presente.
- Mas eu não quero levar.
- Mas ele já passou. A senha?
- Ah você colocou 400 do vinho e 30 do queijo?
- Não senhor, o senhor não avisou. - Falou o balconista.
Hermione já tinha colocado a senha e confirmado, o papel saiu normalmente.
- Você disse que tinha apenas 500?
- Acho que acrescentaram a minha conta. - Falou Hermione pasmada.
- Está bem. Volte sempre - O Francês olhou maliciosamente, entregou as sacolas e desejou um feliz natal.
Hermione saiu daquela loja um pouco feliz por ter comprado vinho pro seu amor.
Chegou em Hoqwarts, guardou o vinho e o queijo.
Trocou de roupa e caiu na cama.
Hermione acordou com um humor incrivel, estava feliz e já era Natal, recebeu cartas dos amigos, era de se esperar que não recebesse presente, Severus andava muito ocupado, Dumbledore poderia ter coisas mais importantes para fazer.
Não se importou muito com coisas tolas. Depois de ler as cartas dos amigos, Hermione resolveu escrever para eles também. Após dispachar a coruja, Hermione foi tomar um banho, parecia mais uma meditação, um momento de relaxamento, aquela água quentinha caindo sobre o corpo dela. Tão relaxante, poderia até dormir no banheiro, mas a fome fez com que ela saisse mais rápido daquele momento.
Vestiu uma calça jeans, uma bota, uma camisa de frio, um casaco, e desceu para o refeitório.
Havia alguns alunos, a mesa dos professores estavam vazias. Tomou um chocolate quente, nada melhor para aquecer o corpo num dia de inverno.
Não havia muita coisa a fazer em Hogwarts, lembrou de Hagrid, um amigo que não via há algum tempo.
Bateu na porta mas foi em vão.
- Ele não está! - Severus olhou para ela, ele estava parado com as mãos no bolso esperando alguma atitude dela. - Viajou.
- Oi Severus, Feliz Natal! - Hermione aproximou para abraça-lo.
- Não!
- O Que?
- Há alunos acordados, não reparou?
- Ah, desculpa. - Hermione baixou os olhos por se sentir estupida e envergonhada.
- Feliz Natal!
Hermione olhou pra ele e sorriu.
- Vai trabalhar hoje a noite?
- Não sei. Ainda falta alguns pergaminhos para terminar.
- Se não for pedir muito, eu queria passar uma horinha com você.
Severus riu.
- Está bem. As 9 horas nos meus aposentos.
Severus esperou que ela passasse na frente, ao fazer isso Hermione apenas tocou na mão dele, já que não podia beijá-lo.
Essa distancia, essa ansia por querer os beijos e os toques, deixavam-nos excitados.
- Professor?
- Olá Granger, posso entrar?
- Sim, claro por favor. Sinto não poder convidá-lo a sentar, já que vendi os moveis e..
- Ah, não se preocupe. - Dumbledore conjurou duas poltronas.
- Aceita um chá?
- Claro.
Cinco minutos depois Hermione aparece com duas xícaras de chá e um prato de biscoitinhos.
- Hummm..adoro biscoitinhos de limão.
- Sim professor o que queres?
- Mais cedo ou mais tarde, os trouxas bateram nessa porta para leva-la, já que é orfã, então, gostaria de saber se desejaria ser minha filha.
Hermione se engasgou com o chá.
- Sua..cof....filha?
- Se não gostar da idéia...
- Não, eu aceito. - Hermione sorriu pela primeirta vez depois da morte dos seus pais.
- Pois bem, vou preparar os documentos. Ah! daqui a dois dias eu voltarei pare leva-la a Hogwarts. Terá que colocar os assuntos em dia.
- Obrigada.
Dumbledore saia da casa de Hermione sorridente.
- Devo estar sonhando. - Pensou hermione.
Na manhã seguinte apareceu compradores interessados na casa de hermione, não faltava mais nada.
Um velhinho aparatou.
- Filha?
- Ah, oi pai? - Aquilo definitivamente soou estranho.
- Então resolveu tudo?
- Resolvi.
- Que bom, pois vamos.
Dumbledore aparatou com Hermione para Hogwarts.
- Professor. - Hermione gritou correndo para abraçar Snape, quando Dumbledore a puxou de volta pela veste.
- Ai!
- Mais discreta Granger. Estamos em Hogwarts. - Falou Snape
- Desculpa. Mas eu não sou uma granger.
- Como?
- Sou filha de Dumbledore.
- Você a adotou?
- Sim adotei Severus. Daqui a alguns meses Hermione é de maior. Não queria qualquer pessoa sendo pai dela.
- Obrigado.
- Hermione, é melhor se trocar.
- Vou indo. - Hermione saiu piscando para Severus e acenando com a mão para Dumbledore.
- Arrumei minha casa enquanto ela se desfazia da dela.
- Então a pedirá em casamento?
- Sim. Pedirei no próximo ano.
Dumbledore sorriu para Severus.
- Você fará ela muito feliz. Vejo isso. Sinto pela perda da criança. Mas com certeza vocês terão outros.
- Obrigado, você foi um bom pai para mim, desde os dia que me tirou daquele orfanato. Sei que será um bom pai para hermione e para os seus netos.
- Nunca pensei que um dia eu teria netos. - Dumbledore falou emocionado.
- Acho que acendemos uma luz no coração de Hermione. Depois de tudo que ela passou. - Falou Snape. - Bem é melhor eu ir. Tenho aulas à ministrar.
Hermione e Snape não tiverem nenhum contato fisico, não se beijaram, não fizeram amor, mal se viam.
Para recuperar o tempo perdido Hermione passava horas na biblioteca, estudava até nos domingos.
Snape passava muito tempo fazendo poções para a enfermaria da escola, e para outros fins. Trabalhava noites e noites para provar uma nova poção e com isso ganhar o premio Nobel.
O natal chegou tão rápido o fim do ano letivo estava perto. Muitos iam passar o nataL com os pais e Hermione ia passar o natal com o noivo, assim ela pretendia.
Dia 23, muito alunos deixavam a escola, Hermione aproveitou a oportunidade.
Bateu a porta da masmorra.
- Entre! - Disse uma voz seria e letal.
- Olá professor querido.
- Ah, Hermione é você. - O tom de Severus ficou normal, mais sereno.
Snape se aproximou e deu um leve beijo em Hermione.
- Quero passar o natal com você. - Hermione falou com um sorriso na boca.
- Ah sim, estou para solucionar uma nova poção.
- Hummm, e para que ela serve?
- Para ajudar na recomposição dos ossos.
- Como assim?
- É para quem tem osteoporose.
- Ah! Osteoporose é quando os ossos ficam frageis?
- Exatamente.
- E funciona?
- Ainda não sei, falta alguma coisa.
- Poxa, e pra quando você tem que apresentar?
- Depois do natal. No dia 27.
- Sério? Estará tão ocupado. - Hermione falou cabisbaixa. - Mas eu entendo. Ficarei em Hogwarts. Se precisar de mim estarei aqui.
- Está certo. - Snape abaixou a cabeça e se concentrou em suas anotações.
Hermione saiu do escritório.
- Talvez se eu organizar alguma coisa pro natal. - Hermione pensou.
- Olá Granger, posso entrar?
- Sim, claro por favor. Sinto não poder convidá-lo a sentar, já que vendi os moveis e..
- Ah, não se preocupe. - Dumbledore conjurou duas poltronas.
- Aceita um chá?
- Claro.
Cinco minutos depois Hermione aparece com duas xícaras de chá e um prato de biscoitinhos.
- Hummm..adoro biscoitinhos de limão.
- Sim professor o que queres?
- Mais cedo ou mais tarde, os trouxas bateram nessa porta para leva-la, já que é orfã, então, gostaria de saber se desejaria ser minha filha.
Hermione se engasgou com o chá.
- Sua..cof....filha?
- Se não gostar da idéia...
- Não, eu aceito. - Hermione sorriu pela primeirta vez depois da morte dos seus pais.
- Pois bem, vou preparar os documentos. Ah! daqui a dois dias eu voltarei pare leva-la a Hogwarts. Terá que colocar os assuntos em dia.
- Obrigada.
Dumbledore saia da casa de Hermione sorridente.
- Devo estar sonhando. - Pensou hermione.
Na manhã seguinte apareceu compradores interessados na casa de hermione, não faltava mais nada.
Um velhinho aparatou.
- Filha?
- Ah, oi pai? - Aquilo definitivamente soou estranho.
- Então resolveu tudo?
- Resolvi.
- Que bom, pois vamos.
Dumbledore aparatou com Hermione para Hogwarts.
- Professor. - Hermione gritou correndo para abraçar Snape, quando Dumbledore a puxou de volta pela veste.
- Ai!
- Mais discreta Granger. Estamos em Hogwarts. - Falou Snape
- Desculpa. Mas eu não sou uma granger.
- Como?
- Sou filha de Dumbledore.
- Você a adotou?
- Sim adotei Severus. Daqui a alguns meses Hermione é de maior. Não queria qualquer pessoa sendo pai dela.
- Obrigado.
- Hermione, é melhor se trocar.
- Vou indo. - Hermione saiu piscando para Severus e acenando com a mão para Dumbledore.
- Arrumei minha casa enquanto ela se desfazia da dela.
- Então a pedirá em casamento?
- Sim. Pedirei no próximo ano.
Dumbledore sorriu para Severus.
- Você fará ela muito feliz. Vejo isso. Sinto pela perda da criança. Mas com certeza vocês terão outros.
- Obrigado, você foi um bom pai para mim, desde os dia que me tirou daquele orfanato. Sei que será um bom pai para hermione e para os seus netos.
- Nunca pensei que um dia eu teria netos. - Dumbledore falou emocionado.
- Acho que acendemos uma luz no coração de Hermione. Depois de tudo que ela passou. - Falou Snape. - Bem é melhor eu ir. Tenho aulas à ministrar.
Hermione e Snape não tiverem nenhum contato fisico, não se beijaram, não fizeram amor, mal se viam.
Para recuperar o tempo perdido Hermione passava horas na biblioteca, estudava até nos domingos.
Snape passava muito tempo fazendo poções para a enfermaria da escola, e para outros fins. Trabalhava noites e noites para provar uma nova poção e com isso ganhar o premio Nobel.
O natal chegou tão rápido o fim do ano letivo estava perto. Muitos iam passar o nataL com os pais e Hermione ia passar o natal com o noivo, assim ela pretendia.
Dia 23, muito alunos deixavam a escola, Hermione aproveitou a oportunidade.
Bateu a porta da masmorra.
- Entre! - Disse uma voz seria e letal.
- Olá professor querido.
- Ah, Hermione é você. - O tom de Severus ficou normal, mais sereno.
Snape se aproximou e deu um leve beijo em Hermione.
- Quero passar o natal com você. - Hermione falou com um sorriso na boca.
- Ah sim, estou para solucionar uma nova poção.
- Hummm, e para que ela serve?
- Para ajudar na recomposição dos ossos.
- Como assim?
- É para quem tem osteoporose.
- Ah! Osteoporose é quando os ossos ficam frageis?
- Exatamente.
- E funciona?
- Ainda não sei, falta alguma coisa.
- Poxa, e pra quando você tem que apresentar?
- Depois do natal. No dia 27.
- Sério? Estará tão ocupado. - Hermione falou cabisbaixa. - Mas eu entendo. Ficarei em Hogwarts. Se precisar de mim estarei aqui.
- Está certo. - Snape abaixou a cabeça e se concentrou em suas anotações.
Hermione saiu do escritório.
- Talvez se eu organizar alguma coisa pro natal. - Hermione pensou.
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